Pais protestam contra remanejamento de professora investigada por agressão a criança autista em Foz do Iguaçu
Pais e responsáveis se reuniram na tarde desta quarta-feira (26), para protestar em frente ao CMEI Heley de Abreu Silva Batista, no bairro Três Lagoas, em Foz do Iguaçu, no Oeste do Paraná, pedindo a retirada imediata de uma professora que teria agredido uma criança autista.
Pais e responsáveis realizaram manifestação em frente à unidade escolar para cobrar providências após denúncia de agressão ocorrida no CMEI de Foz do Iguaçu.
Foto: divulgação/Oops Notícias Foz na Hora Os manifestantes alegaram preocupação e apreensão com a segurança dos filhos.
O protesto foi motivado pelo denúncia de uma mãe, feita no mês de maio desse ano, onde essa professora supostamente teria agredido uma criança diagnosticada com Transtorno do Espectro Autista (TEA) .
O caso gerou revolta coletiva quando, ao invés de ser afastada das atividades, a profissional foi remanejada para outra unidade, e continua trabalhando.
Toda a situação gerou uma série de notas e posicionamentos oficiais.
Professora é presa suspeita de tortura contra crianças de 3 anos em CMEI de Cascavel; outras duas servidoras são investigadas Sindicato dos Professores acompanha caso de suposta agressão contra aluno em CMEI de Foz do Iguaçu O Sindicato dos Professores e Profissionais da Educação da Rede Pública de Foz do Iguaçu afirmou que acompanha o caso.
Em nota, a entidade disse que defende que todo o caso seja apurado com responsabilidade .
Veja a nota na íntegra: “O Sindicato dos Professores e Profissionais da Educação da Rede Pública Municipal de Foz do Iguaçu (Sinprefi) tomou conhecimento de um suposto incidente envolvendo professora e aluno, relatado no mês de maio deste ano, em um Centro Municipal de Educação Infantil (CMEI) do município.
O caso voltou à tona recentemente por meio de publicações em redes sociais.
Desde que teve conhecimento da situação, o Sinprefi buscou informações junto à Secretaria Municipal de Educação, com os trabalhadores das unidades e foi informado de que, no momento do ocorrido, as medidas cabíveis foram adotadas pelos responsáveis pela unidade e pela Secretaria.
Representantes do sindicato realizaram visitas, na tarde de hoje (26), às unidades escolares envolvidas e seguirão acompanhando o caso.
O Sinprefi também tem recebido relatos de que profissionais estão se sentindo intimidados e inseguros diante dos desdobramentos do caso, situação que merece atenção e acompanhamento.
O Sinprefi é contrário a qualquer forma de violência, seja ela praticada contra estudantes, professores, demais servidores ou qualquer integrante da comunidade escolar.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em www.bandab.com.br — o conteúdo pertence a Banda B.