Barcaças batem em proteção de ponte e polícia investiga se comboio excedeu limite em MS
Ponte sobre o Rio Paraguai, em Corumbá (MS), onde comboio de barcaças atingiu estruturas de proteção Arquivo Um comboio de barcaças bateu contra estruturas de proteção da ponte sobre o Rio Paraguai, em Corumbá (MS), na tarde de segunda-feira (31).
A Polícia Civil investiga se a formação do comboio ultrapassava o limite permitido para passar pelo local.
O comboio estava a serviço da mineradora LHG.
Procurada, a empresa informou que as causas da ocorrência ainda estão sendo investigadas e que está empenhada na apuração dos fatos. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 MS no WhatsApp Conforme apurado, as barcaças atingiram os chamados dolphins, pilares instalados para proteger a ponte contra impactos de embarcações.
O comboio foi retido por determinação da autoridade marítima.
As informações preliminares indicam que a travessia deveria ocorrer com, no máximo, duas unidades de carga lado a lado.
A Polícia Civil apura se esse limite foi ultrapassado durante a passagem pela ponte.
Agora no g1 A Capitania Fluvial do Pantanal informou que identificou o comboio e abriu um inquérito administrativo.
Segundo a Marinha, serão reunidos depoimentos, documentos e outras informações para esclarecer as circunstâncias, possíveis causas e eventuais responsáveis pela colisão.
A Capitania ressaltou que, neste momento, não é possível antecipar conclusões ou atribuir responsabilidades.
O órgão informou ainda que acompanha a situação e adotará as medidas necessárias para garantir a segurança da navegação na região.
Perícia prevista Uma perícia na ponte está prevista para esta terça-feira (1º), com participação da Polícia Civil, Polícia Científica e Marinha.
Na esfera criminal, a Polícia Civil apura possíveis crimes contra a segurança do transporte fluvial e de dano ao patrimônio público.
O enquadramento ainda é provisório.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em g1.globo.com — o conteúdo pertence a G1 Mato Grosso do Sul.