Ibovespa bate novo recorde acima de 209 mil e tem melhor semana desde março de 2020
O Ibovespa tem nova sessão de forte alta nesta sexta-feira, 9, alinhado à valorização dos índices das bolsas do Ocidente.
O avanço nos Estados Unidos reflete, em parte, a queda do petróleo, após a commodity ter subido cerca de 4% ontem.
O recuo reduz parte das preocupações com pressões inflacionárias e juros mais elevados no mundo, em especial nos EUA.
Às 11h33 (horário de Brasília) desta sexta, o Ibovespa subia 1,46%, aos 209.238,68 pontos, na máxima, alta de 0,01%, na mínima em 206.237,55 pontos.
Ontem, o Ibovespa fechou em alta de 0,94%, aos 206.220,24 pontos.
No Brasil, o tema inflação também ganha destaque após o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) subir 0,82%, perto do teto das projeções (0,83%), e divide as atenções com o trade eleitoral.
Também fica no foco uma entrevista, no Ministério da Fazenda, pelo governo federal, sobre combustíveis.
Quanto a pesquisas eleitorais, foram divulgadas Datafolha e Atlas/Bloomberg .
O primeiro saiu ontem e mostrou que Flávio tem 49% das intenções de votos totais, ante 45% de Lula.
Na mesma direção veio a Atlas/Bloomberg.
O senador aparece com 51,1%, contra 45,7% do petista.
“Isso mantém a expectativa de continuidade de valorização do real, o que pode atrair mais capital não só para o câmbio mas também para a Bolsa”, afirma o sócio e estrategista da Bravonte Capital e professor da Fundação Getulio Vargas (FGV), Eduardo Velho.
Leia também Ibovespa Hoje Ao Vivo: Bolsa sobe e renova máxima, aos 209,7 mil Bolsas dos EUA sobem com otimismo com IA e queda no petróleo Em relação ao IPCA, a taxa acumulada em 12 meses ultrapassou o limite superior da banda do Conselho Monetário Nacional (CMN), de 4,5%, ao ficar em 4,58%.
Além disso, a difusão do IPCA atingiu 54,9% em setembro, ante 54,4% em agosto, calcula o economista da Terra Investimentos Homero Guizzo.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em www.infomoney.com.br — o conteúdo pertence a InfoMoney.