sábado, 10 de outubro de 2026 📬 Resumo no TelegramPortaisSobre🌓
🇧🇷 BR ▾
ÚLTIMAS
› Paga pra ver? Fala de Altman sobre aceitar riscos da IA gera debates› IA da Anthropic envia denúncia falsa de homicídio a site de polícia nos EUA› Chefe de agência dos EUA remete ao Pentágono decisão sobre transmissão de fuzilamento na TV› Amazon lança primeiros tablets Android, aumenta preços e incorpora Alexa› OpenAI demite trio; pesquisadores alegam punição por alertas› Apple reduz pedidos de itens do iPhone 18 Pro devido à fraca demanda, diz Nikkei Asia› Microsoft redesenha busca do Windows 11 e aposta em IA para achar e fazer› Meta proíbe anúncios do TikTok no Facebook e no Instagram em 7 países› As empresas mais poderosas do mundo não têm fábricas› Crueldade contra máquinas: Anthropic veta comportamento abusivo com IA› Paga pra ver? Fala de Altman sobre aceitar riscos da IA gera debates› IA da Anthropic envia denúncia falsa de homicídio a site de polícia nos EUA› Chefe de agência dos EUA remete ao Pentágono decisão sobre transmissão de fuzilamento na TV› Amazon lança primeiros tablets Android, aumenta preços e incorpora Alexa› OpenAI demite trio; pesquisadores alegam punição por alertas› Apple reduz pedidos de itens do iPhone 18 Pro devido à fraca demanda, diz Nikkei Asia› Microsoft redesenha busca do Windows 11 e aposta em IA para achar e fazer› Meta proíbe anúncios do TikTok no Facebook e no Instagram em 7 países› As empresas mais poderosas do mundo não têm fábricas› Crueldade contra máquinas: Anthropic veta comportamento abusivo com IA
Últimas

Campanha de Lula cita interferência da Meta nas eleições e empresa diz que acusação é falsa

Veja ·
Campanha de Lula cita interferência da Meta nas eleições e empresa diz que acusação é falsa

A campanha do candidato à reeleição, Luiz Inácio Lula da Silva (PT) , denunciou neste sábado, 10, uma “interferência” nas eleições por meio de supostos bloqueios a seus conteúdos nas redes da Meta , acusações que a empresa americana classificou como “falsas”.

A campanha petista denunciou em um comunicado episódios em que, supostamente, as plataformas do grupo, como Facebook , WhatsApp e Instagram , limitaram a difusão de seus conteúdos.

Nos últimos dias, “o perfil do presidente Lula foi impedido pela Meta de impulsionar conteúdos do feed no Instagram”, enquanto uma publicação de sua conta oficial sofreu uma “interrupção no número registrado de visualizações, com impacto em seu alcance”, afirmou a campanha.

Também afirmou que, antes do primeiro turno do domingo passado, no qual Flávio Bolsonaro (PL) ficou em primeiro lugar, as páginas de Lula e de diversas lideranças da esquerda “foram subitamente retiradas do mecanismo de buscas do Instagram”.

“A sucessão de problemas técnicos não explicados pela empresa levanta forte suspeita de que a ação da Meta se configure como uma tentativa de interferência no processo eleitoral brasileiro, em benefício da candidatura de Flávio Bolsonaro”, acrescenta a nota.

O escritório da Meta no Brasil afirmou à AFP em um e-mail que “as alegações são simplesmente falsas e não encontram respaldo nos fatos”.

“Muitos dos problemas técnicos mencionados não afetaram exclusivamente o Brasil ou contas específicas”, declarou a Meta.

E acrescentou: “Cumprimos com as normas eleitorais e estamos comprometidos com a isonomia do uso das nossas plataformas por todos”.

Continua após a publicidade Lula denunciou tentativas de interferência eleitoral do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, para favorecer seu rival, e seu governo avalia se as grandes empresas de tecnologia, conhecidas como big techs, podem servir como canal para este propósito.

“Não temos prova desse vínculo concreto, formal”, declarou à AFP Éden Valadares , secretário de comunicação do Partido dos Trabalhadores.

Mas ele recordou quando Trump tentou “interferir nas decisões da Suprema Corte Brasileira” e mencionou os “interesses das chamadas big techs”, o que constitui “mais do que uma evidência desse interesse mutuamente compartilhado”.

A campanha apresentou uma denúncia ao Tribunal Superior Eleitoral ( TSE ) pelos supostos bloqueios.

Após o primeiro turno, o presidente, de 80 anos e que não usa celular, colocou em marcha uma estratégia centrada nas redes sociais.

Continua após a publicidade (Com AFP) Publicidade

Ler a notícia completa no Veja ›

Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em veja.abril.com.br — o conteúdo pertence a Veja.

Este assunto em outros veículos

Mais de Veja

Ver tudo ›

Mais em Últimas

Ver tudo ›