quinta-feira, 8 de outubro de 2026 PortaisSobre🌓
🇵🇹 PT ▾
ÚLTIMA HORA
› 22h Da direita à esquerda, os partidos criticam o Orçamento de Estado› Rangel rejeita crise do multilateralismo e espera rápida resolução para situação na Guiné-Bissau› Governo estima arrecadar mais 166 ME com impostos sobre tabaco e álcool› Tribeca Lisboa muda-se para a Avenida da Liberdade› Israel afirma ter eliminado três "agentes militares" em Gaza› "O PS assumiu a responsabilidade. Não pode agora desvirtuar o OE"› Governo francês garante substituição de três mil professores em 24 horas› Exército israelita reclama eliminação de 3 paramilitares em Gaza› Fuzilamento de autor de massacre em base militar no Texas será transmitido em direto› EuroDreams sai a 2 apostadores lá fora. Para Portugal, vêm 3.º prémios› 22h Da direita à esquerda, os partidos criticam o Orçamento de Estado› Rangel rejeita crise do multilateralismo e espera rápida resolução para situação na Guiné-Bissau› Governo estima arrecadar mais 166 ME com impostos sobre tabaco e álcool› Tribeca Lisboa muda-se para a Avenida da Liberdade› Israel afirma ter eliminado três "agentes militares" em Gaza› "O PS assumiu a responsabilidade. Não pode agora desvirtuar o OE"› Governo francês garante substituição de três mil professores em 24 horas› Exército israelita reclama eliminação de 3 paramilitares em Gaza› Fuzilamento de autor de massacre em base militar no Texas será transmitido em direto› EuroDreams sai a 2 apostadores lá fora. Para Portugal, vêm 3.º prémios
Últimas

Anos 90: a década em que estávamos quase lá

SAPO24 ·

Houve um tempo em que ligar à Internet implicava deixar o telefone ocupado, um Nokia era um objeto de desejo e a chegada de uma autoestrada parecia aproximar qualquer cidade portuguesa da Europa.

Nos anos 90, Portugal não se tornou um país rico, mas viveu durante algum tempo como se estivesse quase a chegar lá.

É esse período de otimismo, transformação e consumo que Pedro Boucherie Mendes, jornalista e atual diretor na SIC, recupera no seu novo livro, A Década Fabulosa: Fazer pela vida em Portugal nos Anos 90 .

A obra é apresentada esta quinta-feira, 8 de outubro, às 18h30, na Livraria Buchholz, em Lisboa, por José de Pina e Tiago Pereira.

Depois de A Década Prodigiosa , dedicada aos anos 80, Pedro Boucherie Mendes avança para uma época em que Portugal mudou de escala.

Nas estradas, na televisão, no consumo, na habitação e nas expectativas individuais.

A adesão à Comunidade Económica Europeia, em 1986, começou a produzir efeitos visíveis no quotidiano.

Chegaram fundos comunitários, realizaram-se grandes obras públicas e o país entrou num processo de aproximação económica à Europa.

Em 1985, o PIB português por habitante, corrigido pelo poder de compra, correspondia a cerca de 52,4% da média da CEE, então constituída por 12 países.

Ou seja, metade da média.

Em 1998, o rendimento português deu um salto para cerca de 72% da média comunitária – e isso sentia-se nas várias dimensões da vida em Portugal.

Se fizermos o comparativo para os anos que se seguiram, em 2025, quase 30 anos mais tarde, o rendimento médio era 81% do europeu, ou seja, apenas mais nove pontos.

A rede de autoestradas em Portugal continental, que tinha apenas 303 quilómetros em 1990, e cresceu rapidamente.

Em 2024, totalizava 3113 quilómetros, dez vezes mais do que no início da década de 90.

Ler a notícia completa no SAPO24 ›

Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em 24.sapo.pt — o conteúdo pertence a SAPO24.

Mais de SAPO24

Ver tudo ›

Mais em Últimas

Ver tudo ›