domingo, 11 de outubro de 2026 PortaisSobre🌓
🇵🇹 PT ▾
ÚLTIMA HORA
› Revolut diz que entrar no crédito à habitação é complexo› Arábia Saudita sofre pior ataque desde atentado de 2015› 9h Combustíveis: PS pede audição urgente› Estados Unidos atacam navio comercial no Golfo de Omã que partira de porto iraniano› MNE japonês e dos EUA conversam sobre assassinato em Okinawa e sanções contra TPI› Ex-presidente colombiano propõe rede mundial de "ativismo digital" de apoio a Lula no Brasil› China realiza "patrulha" marítima em torno de ilhas disputadas com o Japão› Justiça indiana liberta líderes do movimento dos "baratas", que mantêm protestos› Dança folclórica portuguesa património de Macau atrai mais chineses› Felipe VI faz na terça-feira primeira visita em 20 anos de um Rei de Espanha a Ceuta› Revolut diz que entrar no crédito à habitação é complexo› Arábia Saudita sofre pior ataque desde atentado de 2015› 9h Combustíveis: PS pede audição urgente› Estados Unidos atacam navio comercial no Golfo de Omã que partira de porto iraniano› MNE japonês e dos EUA conversam sobre assassinato em Okinawa e sanções contra TPI› Ex-presidente colombiano propõe rede mundial de "ativismo digital" de apoio a Lula no Brasil› China realiza "patrulha" marítima em torno de ilhas disputadas com o Japão› Justiça indiana liberta líderes do movimento dos "baratas", que mantêm protestos› Dança folclórica portuguesa património de Macau atrai mais chineses› Felipe VI faz na terça-feira primeira visita em 20 anos de um Rei de Espanha a Ceuta
Economia

Geopolítica mantém mercados mais voláteis e mundo “mais caro”

Jornal Económico ·
Geopolítica mantém mercados mais voláteis e mundo “mais caro”

Henrique Valente, analista da ActivTrades Europe, em declarações ao Jornal Económico, diz que a rapidez com que a informação geopolítica chega aos mercados está a aumentar a pressão sobre os investidores, mas não implica necessariamente a redução do horizonte de investimento.

“Obriga-os, sobretudo, a preservar maior capacidade de adaptação”, afirmou, destacando a importância da liquidez num contexto de mudanças profundas e de subida das yields.

“Já vamos no quinto ano da guerra na Ucrânia e a Europa conseguiu, a muito custo, reduzir a sua dependência do gás russo.

Mas o abrandamento da inflação não anulou a subida acumulada dos preços, que continua a pesar no custo de vida das populações.

O encarecimento da energia, dos cereais e dos fertilizantes teve um impacto significativo, que se estendeu à indústria, aos transportes e à economia em geral” Sobre a guerra na Ucrânia, o analista considera que os efeitos já ultrapassam os mercados da energia e dos produtos agrícolas.

O aumento dos preços da energia, dos cereais e dos fertilizantes afetou a indústria, os transportes e a economia em geral, enquanto a necessidade de reforçar a defesa europeia deverá pressionar as prioridades da despesa pública.

“Essencialmente, vivemos num mundo mais fragmentado e mais caro”, diz Henrique Valente, analista da ActivTrades Europe.

“As consequências do conflito vão, por isso, muito além da energia e dos produtos agrícolas: afetam a competitividade das empresas, as prioridades da despesa pública e o poder de compra das famílias.

Essencialmente, vivemos num mundo mais fragmentado e mais caro” Henrique Valente identifica oportunidades no reforço da defesa e na autonomia energética europeias, mas alerta que a concretização dos investimentos será gradual.

“Entre os anúncios de investimento, a contratação e o aumento efetivo da capacidade de produção, há um caminho a percorrer”, sublinhou.

“O petróleo voltou a ser um barómetro do risco geopolítico, sobretudo quando está em causa o abastecimento.

Não é fácil substituir os fluxos que atravessam o Estreito de Ormuz, equivalentes a cerca de 20% do consumo mundial de petróleo.

Quanto mais prolongadas forem as perturbações, maior será o risco de inflação persistente e de menor crescimento, o que também dificulta as decisões dos bancos centrais” O petróleo, por seu lado, voltou a assumir um papel central como barómetro do risco geopolítico, sobretudo devido à importância do Estreito de Ormuz, por onde passa cerca de 20% do consumo mundial de petróleo.

Perturbações prolongadas poderão traduzir-se em inflação persistente e menor crescimento, reforçando, para os investidores, “a importância da diversificação e de manter liquidez para ajustar a carteira”.

Ler a notícia completa no Jornal Económico ›

Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em jornaleconomico.sapo.pt — o conteúdo pertence a Jornal Económico.

Mais de Jornal Económico

Ver tudo ›

Mais em Economia

Ver tudo ›