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Compra das fragatas: 7 perguntas a Nuno Melo

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Compra das fragatas: 7 perguntas a Nuno Melo

É o maior investimento recente de defesa e Nuno Melo vai esta terça-feira ao Parlamento para explicar a compra de três fragatas à italiana Fincantieri.

O que está incluído no negócio de 3,9 mil milhões de euros, o que ganha a indústria portuguesa e o Arsenal do Alfeite com este investimento serão certamente algumas das questões sobre as quais os deputados vão querer ouvir o ministro da Defesa.

A ida de Nuno Melo à Comissão de Defesa para explicar o negócio das fragatas — proposta pelo Chega, PSD e CDS-PP — foi viabilizada por unanimidade, a 8 de setembro, tendo sido ainda aprovado um convite para a audição da empresa portuguesa NT Group (NTG) para prestar esclarecimentos — proposta pelo partido de André Ventura –, que passou com abstenção do PS e do Livre.

Fragatas.

Montenegro garante “transparência absoluta” Ler Mais Foi, de resto, o alegado envolvimento desta empresa no negócio das fragatas compradas via o empréstimo europeu SAFE, no qual Portugal garantiu uma fatia de 5,8 mil milhões, que espoletou uma polémica que levou o ministro da Defesa a anunciar que iria avançar com um processo contra o jornal “24 Horas” e, contra os deputados do Chega, André Ventura e Pedro Frazão.

E será certamente um tema pelo qual o governante deverá ser questionado pelos deputados.

Mas não só.

O ECO/eRadar elenca sete questões que deverão ser abordadas durante a audição do ministro da Defesa.

O que está incluído na compra de 3,9 mil milhões? A compra de 3,9 mil milhões de euros representa uma fatia muito significativa da tranche de 5,8 mil milhões de euros que Portugal garantiu no empréstimo europeu SAFE.

Em cima da mesa está a aquisição de três fragatas FREEM EVO à italiana Fincantieri, através de um acordo Estado a Estado.

Mas além dos navios, o Chega, por exemplo, quando em agosto apresentou pedido de informação ao ministério da Defesa sobre o negócio, foi mais longe na intenção de escrutínio ao negócio.

Por exemplo, quer saber detalhes sobre os montantes destinados a equipamentos como armamento, peças e sobressalentes, formação, apoio logístico, simuladores, sistemas de comunicações “bem como de eventuais reservas para contingências ou mecanismos de atualização de preços”.

O partido liderado por André Ventura queria ainda saber se o montante inclui “os custos de sustentação das fragatas durante todo o ciclo de vida mínimo de 30 anos referido pelo Governo ou apenas uma fase inicial de sustentação” ou se incluem igualmente “helicópteros orgânicos e outros equipamentos destinados à operação dos navios ou estes serão objeto de aquisições e encargos autónomos”.

Fragatas.

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Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em eco.sapo.pt — o conteúdo pertence a ECO.

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