Amadeu Guerra, dois anos depois: mais voz, velhos problemas e novas polémicas
Quando Amadeu Guerra chegou à liderança da Procuradoria-Geral da República (PGR) , a 12 de outubro de 2024, há precisamente dois anos, tinha uma vantagem à partida: a antecessora, Lucília Gago, saíra debaixo de forte contestação.
Mas também herdou uma instituição desgastada, sob pressão e com dificuldades em explicar publicamente decisões que resultaram em consequências políticas de primeira ordem.
A antecessora deixara um Ministério Público (MP) marcado por uma comunicação escassa, pela polémica em torno da Operação Influencer e pelo comunicado que precipitou a queda do Governo de António Costa e… Este artigo é exclusivo para assinantes Aceda às notícias premium do ECO.
Torne-se assinante.
A partir de 5€ Assinar Já é assinante? Iniciar sessão Ver todos os planos
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em eco.sapo.pt — o conteúdo pertence a ECO.