domingo, 11 de outubro de 2026 PortaisSobre🌓
🇵🇹 PT ▾
ÚLTIMA HORA
› 4h Campeões portugueses no Mundial de Patinagem Artística› De Macklemore a Pink, a causa palestiniana divide o mundo artístico› Lisboa sai à rua por Gaza: "O cessar-fogo continua a matar inocentes"› França prepara-se para nova vaga de protestos: estudantes prometem bloquear escolas na segunda-feira› Quem trabalha no campo também luta contra riscos invisíveis› Trump abre porta ao gasóleo russo e sugere que a Ucrânia precisa de "um novo presidente"› Centeno desafia Montenegro: "O que fez para se distinguir de Sócrates?"› José Luís Carneiro explica que o PS faz oposição ao Governo, "não ao país"› Ministra garante que pensionistas não vão perder poder de compra› "Não dá mais para viver assim": Lisboa e Porto juntam-se à onda de protestos na Europa› 4h Campeões portugueses no Mundial de Patinagem Artística› De Macklemore a Pink, a causa palestiniana divide o mundo artístico› Lisboa sai à rua por Gaza: "O cessar-fogo continua a matar inocentes"› França prepara-se para nova vaga de protestos: estudantes prometem bloquear escolas na segunda-feira› Quem trabalha no campo também luta contra riscos invisíveis› Trump abre porta ao gasóleo russo e sugere que a Ucrânia precisa de "um novo presidente"› Centeno desafia Montenegro: "O que fez para se distinguir de Sócrates?"› José Luís Carneiro explica que o PS faz oposição ao Governo, "não ao país"› Ministra garante que pensionistas não vão perder poder de compra› "Não dá mais para viver assim": Lisboa e Porto juntam-se à onda de protestos na Europa
Economia

IA ganha terreno nas empresas chinesas e deixa trabalhadores para trás

Jornal Económico ·
IA ganha terreno nas empresas chinesas e deixa trabalhadores para trás

“Parte muito grande do motivo é obviamente a IA, porque tecnicamente conseguem substituir uma boa parte do meu trabalho”, disse à agência Lusa o suíço, que trabalhava na área de jogos da Kunlun Tech, na capital chinesa, fazendo localização, tradução e revisão de conteúdos em alemão.

Ros estima que cerca de 15 pessoas tenham sido dispensadas nesta ronda.

Meses antes, vários trabalhadores da área de desenho e pintura digital deixaram também a empresa.

A Kunlun não invocou formalmente a Inteligência Artifical (IA) como motivo para o despedimento, mas algumas das tarefas desempenhadas por Ros podem agora ser automatizadas.

“Para uma empresa, é uma grande tentação substituir um humano por um sistema de IA”, observou Ros, ressalvando, porém, que desaparece também a verificação humana: “Ficamos apenas com tradução automática e ninguém sabe se está correta.

A IA alucina”.

A empresa continua interessada nos seus serviços, afirmou, mas não em mantê-lo nas mesmas condições laborais.

Para Ros, o problema imediato é permanecer na China, onde a sua situação de residência depende do emprego.

“Neste momento, essa é definitivamente a minha maior preocupação”, descreveu.

O suíço sente a mesma transformação no mercado de tradução fora da empresa.

Trabalhos que fazia anteriormente “desapareceram completamente”, enquanto as remunerações oferecidas aos profissionais estão a diminuir.

“Agora competimos com sistemas de IA”, resumiu.

Um estudo da Universidade ShanghaiTech, divulgado em julho, concluiu que 33,2% de 40,01 milhões de anúncios de emprego publicados na China entre janeiro e abril envolviam tarefas altamente expostas à IA, sobretudo em áreas como contabilidade, operações administrativas, produção de conteúdos visuais e vendas por telefone.

A pressão é maior nos postos de entrada e intermédios, com entre um e três anos de experiência e salários mensais entre 5.000 e 8.000 yuan (640 a 1.025 euros), segundo o estudo.

Ler a notícia completa no Jornal Económico ›

Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em jornaleconomico.sapo.pt — o conteúdo pertence a Jornal Económico.

Mais de Jornal Económico

Ver tudo ›

Mais em Economia

Ver tudo ›