sábado, 17 de outubro de 2026 PortaisSobre🌓
🇵🇹 PT ▾
ÚLTIMA HORA
› Governo anuncia 66 milhões de euros para modernização da Linha do Norte› Suspensão das sanções pelos EUA "recompensa e incentiva" Putin› Incêndio em complexo turístico no Bangladesh causa pelo menos dez mortos› Iraque quer unir redes energéticas e ferroviárias entre países islâmicos› Anunciada alta hospitalar. Papa Leão XIV prepara-se para regressar ao Vaticano› Corpo de mulher encontrado a flutuar no porto de Vila Franca do Campo› Filipino resgatado ao largo de São Miguel após sofrer amputação de dedos› António José Seguro defende que "ninguém deve viver" sem habitação› Protestos pela habitação e contra aumento do custo de vida sobem de tom em manifestação nacional› Erradicação da Pobreza. Seguro defende que "ninguém deve viver" sem casa› Governo anuncia 66 milhões de euros para modernização da Linha do Norte› Suspensão das sanções pelos EUA "recompensa e incentiva" Putin› Incêndio em complexo turístico no Bangladesh causa pelo menos dez mortos› Iraque quer unir redes energéticas e ferroviárias entre países islâmicos› Anunciada alta hospitalar. Papa Leão XIV prepara-se para regressar ao Vaticano› Corpo de mulher encontrado a flutuar no porto de Vila Franca do Campo› Filipino resgatado ao largo de São Miguel após sofrer amputação de dedos› António José Seguro defende que "ninguém deve viver" sem habitação› Protestos pela habitação e contra aumento do custo de vida sobem de tom em manifestação nacional› Erradicação da Pobreza. Seguro defende que "ninguém deve viver" sem casa
Economia

FMI alerta para riscos crescentes apesar da resiliência da economia mundial

Jornal Económico ·
FMI alerta para riscos crescentes apesar da resiliência da economia mundial

O Fundo Monetário Internacional (FMI) alertou este sábado para o agravamento dos riscos que pesam sobre a economia mundial, apesar da resiliência demonstrada nos últimos anos, defendendo a manutenção de políticas macroeconómicas prudentes e o reforço da cooperação internacional.

Na última conferência de imprensa das reuniões anuais do FMI e do Banco Mundial, realizadas em Banguecoque, o presidente do Comité Monetário e Financeiro Internacional (IMFC), Mohammed Aljadaan, e a diretora-geral do FMI, Kristalina Georgieva, coincidiram no diagnóstico de uma economia global resistente, mas sujeita a pressões provocadas por conflitos, níveis elevados de dívida, tensões comerciais e uma crescente divergência entre países.

“O mundo continua a enfrentar desafios profundos, demonstrando ao mesmo tempo uma notável resiliência”, afirmou Aljadaan, salientando que os conflitos armados continuam a ter “um pesado custo humanitário” e importantes consequências económicas, agravadas por perturbações em rotas comerciais e marítimas estratégicas.

Georgieva considerou que as reuniões foram marcadas simultaneamente por “otimismo e preocupação”, apontando como fatores positivos a resiliência da economia mundial, o dinamismo das economias asiáticas e o potencial da inteligência artificial (IA), mas alertando para os riscos associados à inflação persistente, aos elevados níveis de dívida e às alterações climáticas.

A IA foi um dos temas mais debatidos durante os encontros, com Aljadaan a considerar que a tecnologia oferece “oportunidades significativas para aumentar a produtividade”, mas advertiu que também pode “ampliar as disparidades económicas”.

Por seu lado, Georgieva destacou que os participantes reconheceram a necessidade de aproveitar os benefícios da IA, criando simultaneamente “barreiras” para proteger pessoas, empresas e países dos riscos associados ao rápido desenvolvimento tecnológico.

Segundo Georgieva, os países integrados nas cadeias de valor da IA, exportadores de energia e menos afetados por conflitos estão a obter vantagens adicionais, enquanto economias mais vulneráveis, importadoras de energia e afetadas por guerras enfrentam maiores dificuldades para acompanhar o crescimento.

Aljadaan sublinhou que os “impactos são particularmente severos para os países de baixo rendimento e Estados frágeis”, defendendo medidas para reforçar a sustentabilidade da dívida e a capacidade do FMI para apoiar estas economias.

Quanto às respostas políticas, ambos defenderam a necessidade de preservar a estabilidade dos preços e reforçar as finanças públicas.

O presidente do IMFC afirmou que “não há espaço para complacência” e apelou à adoção de planos orçamentais credíveis de médio prazo para reconstruir margens de segurança e reduzir vulnerabilidades.

Ler a notícia completa no Jornal Económico ›

Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em jornaleconomico.sapo.pt — o conteúdo pertence a Jornal Económico.

Este assunto em outros veículos

Mais de Jornal Económico

Ver tudo ›

Mais em Economia

Ver tudo ›