EUA cancelam exercício militar com Coreia do Sul devido à guerra
"O Corpo de Fuzileiros Navais norte-americano informou oficialmente as nossas forças em junho de que a capacidade para desdobrar tropas no exercício Ssangyong deste ano seria limitada devido à situação no Médio Oriente", disse o porta-voz dos fuzileiros sul-coreanos, Han Seung-jeon.
Seul e Washington realizam consultas para retomar o exercício conjunto de desembarque anfíbio, acrescentou Han durante uma conferência de imprensa, sem dar mais pormenores, de acordo com a agência France-Presse (AFP).
O Pentágono, sede da defesa dos Estados Unidos, não respondeu de imediato aos contactos da AFP.
Trump assegurou que se reuniria ainda este ano com o líder norte-coreano, Kim Jong-un.
O encontro, o quarto entre Trump e Kim, poderá realizar-se em novembro, à margem da cimeira da APEC (Cooperação Económica Ásia-Pacífico) na China, admitiram vários observadores.
Trump fez também na quarta-feira uma estimativa oficial invulgar e muito precisa do arsenal nuclear norte-coreano, ao anunciar que o país asiático está dotado de "57 armas nucleares".
O ministro da Defesa sul-coreano, Ahn Gyu-back, afirmou no dia seguinte perante o Parlamento que o Governo de Seul calculava o número de armas nucleares detidas pelo Norte "em cerca de 80 a 120".
Os Estados Unidos destacaram milhares de soldados para o Médio Oriente no âmbito da ofensiva que lançaram contra o Irão conjuntamente com Israel em 28 de fevereiro.
O Irão respondeu com o bloqueio do estreito de Ormuz, por onde circula habitualmente um quinto das exportações de produtos petrolíferos, e com ataques contra bases norte-americanas nos países da região.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em www.noticiasaominuto.com — o conteúdo pertence a Notícias ao Minuto - Mundo.