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2h. Petroleiro atingido enquanto saía do Estreito de Ormuz

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2h. Petroleiro atingido enquanto saía do Estreito de Ormuz

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Boa noite, o meu nome é Rita Lourenço, vamos às notícias. Começamos com as atualizações do conflito no Médio Oriente. O presidente dos Estados Unidos está a ponderar lançar ataques limitados no estreito de Ormuz. É o que avançam os funcionários norte-americanos ao portal de notícias Axios, que explicam que o objetivo é o de prevenir a eventual capacidade do Irão de atacar navios no estreito. A mesma fonte avança ainda que a Casa Branca considera que apesar de os iranianos quererem chegar a um acordo de paz, estão sempre atrasados no que diz respeito às negociações. Já do lado de Teerão, o exército iraniano promete atacar os países vizinhos, se estes permitirem o lançamento de ataques norte-americanos contra o país. É o que adianta a Al Jazeera num comunicado citado pelo jornal. O exército de Teerão sublinhou ainda que os países vizinhos aliados dos Estados Unidos têm destratado repetidamente as forças armadas e o povo iraniano e avisou os estados para não o voltarem a fazer. A Al Jazeera avança ainda que as operações de comércio marítimo do Reino Unido informaram que um petroleiro comunicou ter sido atingido por três projéteis desconhecidos enquanto completava a travessia da saída do estreito de Ormuz, perto de Omã. De acordo com a mesma fonte, não foram comunicadas vítimas nem impactos ambientais. Ainda na atualidade internacional, o secretário do Exército dos Estados Unidos da América, Dan Driscoll, demitiu-se depois de meses de tensão com o secretário da Defesa, Pete Hegseth. Ambos viviam estes momentos de tensão há vários meses, devido à forma como Hegseth conduzia o Departamento da Defesa, mas também devido à demissão de altas patentes militares, como o chefe do Estado-Maior do Exército, para implementar a agenda de segurança nacional de Donald Trump. Espera-se que Driscoll deixe o cargo nos próximos dias. A saída de Dan Driscoll, que em determinado momento foi considerado um potencial substituto para o cargo de secretário da Defesa, marca a mais recente reestruturação no Pentágono. Olhamos agora para a atualidade nacional. O Presidente da República promulgou esta segunda-feira a chamada Lei do Retorno. O diploma tinha sido aprovado na Assembleia da República com os votos a favor do PSD, CDS e Iniciativa Liberal. O Chega, na altura em julho, absteve-se e a esquerda votou contra. O diploma seguiu então para Belém, onde António José Seguro levantou dúvidas sobre a constitucionalidade de várias medidas. Porém, os juízes do Tribunal Constitucional decidiram por unanimidade não se pronunciar pela inconstitucionalidade da lei, como explica Hugo Fortunato de Oliveira.

Depois da luz verde do Constitucional, a promulgação, com António José Seguro a dizer-se esclarecido. O Presidente da República tinha enviado o diploma para fiscalização preventiva. Tinha dúvidas sobre 11 normas. Em causa estavam, por exemplo, as regras que permitiam separar famílias durante os processos de afastamento, mas também a expulsão de crianças estrangeiras nascidas em Portugal e ainda o alargamento dos prazos de detenção de cidadãos estrangeiros.

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Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em observador.pt — o conteúdo pertence a Observador.

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