domingo, 18 de outubro de 2026 PortaisSobre🌓
🇵🇹 PT ▾
ÚLTIMA HORA
› Trump acusa Zelensky de não querer "acabar com a guerra" na Ucrânia› 22h Portugal conquista bronze no mundial de hóquei em patins› Montenegro "não foi feliz, acabou por atirar gasolina para a fogueira"› Fólio 2027 vai assinalar os 500 anos da morte de Maquiavel sob o tema "Quem conta o Mundo?"› Taça de Portugal. Arouca elimina Belenenses no prolongamento› Tempestade causa um morto na Catalunha e destruição em Valência, Ibiza e Maiorca› Alemanha anunciou acordo para "preparar a Ucrânia para entrar na UE, o que já é uma derrota que a Rússia tem, e essa não vai conseguir resolver"› Ameaça do Irão "fica posta em causa quando Trump diz que se Netanyahu não ganhar não vai combater o Irão"› "Se ele conseguir condicionar as eleições, Netanyahu passa a depender mais de Trump, e Trump tem uma justificativa para avançar sobre o Irão"› PODCAST | Global com Paulo Portas› Trump acusa Zelensky de não querer "acabar com a guerra" na Ucrânia› 22h Portugal conquista bronze no mundial de hóquei em patins› Montenegro "não foi feliz, acabou por atirar gasolina para a fogueira"› Fólio 2027 vai assinalar os 500 anos da morte de Maquiavel sob o tema "Quem conta o Mundo?"› Taça de Portugal. Arouca elimina Belenenses no prolongamento› Tempestade causa um morto na Catalunha e destruição em Valência, Ibiza e Maiorca› Alemanha anunciou acordo para "preparar a Ucrânia para entrar na UE, o que já é uma derrota que a Rússia tem, e essa não vai conseguir resolver"› Ameaça do Irão "fica posta em causa quando Trump diz que se Netanyahu não ganhar não vai combater o Irão"› "Se ele conseguir condicionar as eleições, Netanyahu passa a depender mais de Trump, e Trump tem uma justificativa para avançar sobre o Irão"› PODCAST | Global com Paulo Portas
Entretenimento

Pedro Seabra: "O estreito de Ormuz poderá ser o fator a forçar ambas as partes a ir à mesa de negociações"

SAPO Lifestyle ·
Pedro Seabra: "O estreito de Ormuz poderá ser o fator a forçar ambas as partes a ir à mesa de negociações"

Diário de Notícias Voz gerada por inteligência artificial, com base no artigo original. Podem ocorrer algumas inconsistências. Saiba mais. Conteúdo Esta voz foi gerada com recurso a inteligência artificial, a partir do resumo do artigo original. Embora esta tecnologia tenha sido concebida para ser útil e precisa, pode conter erros.

Se consideras que o áudio não está claro ou não reflete bem o conteúdo, envia o teu feedback . A tua opinião é importante para ajudar a melhorar esta funcionalidade!

Diário de Notícias 27 Agosto 2026 00:00 Seis meses após o ataque dos EUA e Israel ao Irão, a situação continua num impasse. Apesar da perda de capacidades, a resistência ainda se mantém firme. Defensores americanos acreditam que sanções económicas podem pressionar o Irão a negociar. Contudo, as ameaças têm se mostrado ineficazes e sem resultados visíveis. O estreito de Ormuz é fundamental para o conflito. Para resolver o impasse, poderão ser necessárias novas mediações e paciência, especialmente com as eleições nos EUA. Resumo gerado por inteligência artificial, com base no artigo original. Podem ocorrer algumas inconsistências. Saiba mais. Ler Artigo Completo Conteúdo Este resumo foi criado com recurso a inteligência artificial. Embora esta tecnologia tenha sido concebida para ser útil e precisa, pode conter erros ou não captar todas as nuances importantes do artigo.

Se consideras que o resumo não está claro ou não reflete bem o conteúdo, envia o teu feedback . A tua opinião é importante para ajudar a melhorar esta funcionalidade!

Ninguém pode propriamente reclamar grande sucesso, seja do ponto de vista dos objetivos do ataque inicial, seja do ponto de vista de também conseguir resistir ou fazer com que o mesmo termine por completo. Por um lado temos o Irão, que perdeu parte da sua capacidade militar, da sua liderança política e religiosa, mas que ainda assim resiste. E do outro lado, os Estados Unidos, que continuam a gastar os seus recursos, o seu capital político, as suas forças e munições, em conjunto com Israel, mas que não conseguem, ainda assim, atingir um resultado final e levar ao fim deste conflito. É, de facto, uma situação de impasse, sem resolução aparente à vista, e o mais provável é que continuemos a assistir a declarações bastante pomposas, ou se calhar sem grande substância, reclamando que estamos muito perto desse fim do conflito, ou que iremos a assistir a um escalar das operações. Mas se há coisa que os últimos seis meses nos têm mostrado, é que devemos, efetivamente, manter alguma cautela face às declarações públicas que têm sido trazidas para cima da mesa. Os resultados no plano militar têm apenas provocado mossas do ponto de vista dos objetivos iniciais, seja se esses objetivos eram, efetivamente, mudança de regime, ou apenas forçar o Irão, à mesa de negociações, para eventuais concessões mais estridentes, ou mais pesadas, em termos do seu programa nuclear. Mas a verdade é que essas mossas não têm, efetivamente, conseguido incitar o Irão a comprometer-se ou a ceder ao nível que os Estados Unidos imaginariam.

Ler a notícia completa no SAPO Lifestyle ›

Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em lifestyle.sapo.pt — o conteúdo pertence a SAPO Lifestyle.

Mais de SAPO Lifestyle

Ver tudo ›

Mais em Entretenimento

Ver tudo ›