sábado, 10 de outubro de 2026 PortaisSobre🌓
🇵🇹 PT ▾
ÚLTIMA HORA
› "Há obrigação legal" de devolver valor pago a mais em pensões por "erro"› 12h TPI: Paulo Rangel fala em papel essencial› Flexibilização dos regimes laborais na Europa foi "prudência política"› Carneiro: "Convicções mais profundas levariam a voto contra OE2027"› OE2027. Carneiro propõe abstenção mas admite que "convicções mais profundas" levariam a voto contra› Irão condenou 106 à morte desde protestos de janeiro. 35 foram executadas› Lucinda Dâmaso pede que "princípios" da UGT sejam preservados› Idosos encontrados amarrados em lar ilegal de Belas continuam a residir no local› Polígrafo. Salários reais subiram 15% desde que a AD tomou posse?› Polígrafo. Podem funcionar em simultâneo quatro Comissões Parlamentares de Inquérito?› "Há obrigação legal" de devolver valor pago a mais em pensões por "erro"› 12h TPI: Paulo Rangel fala em papel essencial› Flexibilização dos regimes laborais na Europa foi "prudência política"› Carneiro: "Convicções mais profundas levariam a voto contra OE2027"› OE2027. Carneiro propõe abstenção mas admite que "convicções mais profundas" levariam a voto contra› Irão condenou 106 à morte desde protestos de janeiro. 35 foram executadas› Lucinda Dâmaso pede que "princípios" da UGT sejam preservados› Idosos encontrados amarrados em lar ilegal de Belas continuam a residir no local› Polígrafo. Salários reais subiram 15% desde que a AD tomou posse?› Polígrafo. Podem funcionar em simultâneo quatro Comissões Parlamentares de Inquérito?
Economia

Montenegro espera que situação na origem das buscas à PJ possa ser “rapidamente clarificada”

Jornal Económico ·
Montenegro espera que situação na origem das buscas à PJ possa ser “rapidamente clarificada”

O primeiro-ministro desejou, esta quarta-feira, 23 de setembro, que as buscas efetuadas na Polícia Judiciária (PS) pelo Ministério Público possam contribuir para que “rapidamente a situação possa ser clarificada” e resultem numa maior confiança da sociedade nas instituições.

Luís Montenegro falava à comunicação social em Nova Iorque no final de um encontro com o secretáro-geral das Nações Unidas, o português António Guterres, que termina em dezembro o segundo e último mandato à frente da organização.

O primeiro-ministro foi questionado se está preocupado com as buscas realizadas hoje pelo Ministério Público na PJ no âmbito do inquérito em que o diretor da instituição, Carlos Cabreiro, é suspeito de falsas declarações e abuso de poder.

“Se nós perguntarmos a cada português se gosta de ver as suas instituições afetadas por processos de investigação, nós não gostamos, sejam elas instituições políticas, instituições da nossa administração e, no caso concreto, de uma instituição de investigação criminal”, começou por afirmar.

O chefe do Governo acrescentou, em seguida, que “perante denúncias, perante suspeitas, perante queixas”, tudo deve ser investigado.

“Com normalidade deve, independentemente do destinatário dessas queixas, pode ser um político, pode ser um polícia, pode ser um cidadão comum”, defendeu O primeiro-ministro disse esperar que “rapidamente a situação possa ser clarificada e, no fim, se estabeleça com a sociedade mais confiança nas instituições, porque se retiraram as dúvidas do panorama que estava inicialmente criado”.

Ler a notícia completa no Jornal Económico ›

Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em jornaleconomico.sapo.pt — o conteúdo pertence a Jornal Económico.

Mais de Jornal Económico

Ver tudo ›

Mais em Economia

Ver tudo ›