De volta ao Iminente, Dino d’Santiago confessa: “Nunca estive tão fértil como depois do momento em que tive os meus filhos”
Há encontros que parecem estar destinados a acontecer.
No terceiro dia do Iminente, um deles aconteceu no palco principal, quando Dino d’Santiago chamou Luedji Luna, diretamente de Salvador da Bahia.
Mas o concerto tinha começado muito antes desse momento e, de certa forma, também contava uma história que remonta há cinco anos.
Às 22h00, Dino d’Santiago entrou em palco com a energia que lhe é característica.
À voz firme e ao crioulo juntou movimentos de dança subtis que acompanhavam as batidas africanas.
Cerca de vinte minutos depois, Alicia Rosa, uma das vozes dos seus backing vocals , assumiu o centro do palco para cantar “Como Seria”, introduzindo uma suavidade que contrastava com a intensidade da voz de Dino d’Santiago.
Mas a noite servia também para apresentar aquilo que ainda está por vir.
Dino d’Santiago mostrou várias faixas do álbum “Ayé”, previsto para chegar no primeiro semestre do próximo ano.
Uma delas, com participação de Ajuliacosta, levou ritmos de funk para o concerto.
Noutra, Dino d’Santiago pegou no ferrinho, instrumento tradicionalmente usado para marcar o ritmo no funaná.
“Nu sta junto”, disse, antes de revelar mais uma colaboração, desta vez com Bia Ferreira.
Outra das faixas apresentadas contará ainda com a participação de Emicida e Jottapê.
Há cinco anos, Dino d’Santiago tinha apresentado no Iminente o seu álbum “Badiu”.
Agora regressa ao mesmo festival com música inédita e com um percurso pessoal que, admite, mudou profundamente.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em 24.sapo.pt — o conteúdo pertence a SAPO24.