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Igreja vai reabilitar casas para arrendamento acessível com apoio do IFFRU

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Igreja vai reabilitar casas para arrendamento acessível com apoio do IFFRU

O Patriarcado de Lisboa e a Cáritas Diocesana de Lisboa vão usar financiamento do Instrumento Financeiro para a Reabilitação e Revitalização Urbanas (IFRRU 2030) para reabilitar dezenas de imóveis que integram o seu património, destinando-os ao arrendamento acessível e a custos moderados .

Foi assinado um protocolo de colaboração entre as três entidades que vai passar agora pela identificação dos imóveis a reabilitar e a definição dos projetos habitacionais economicamente sustentáveis.

O objetivo é compatibilizar a prática de rendas acessíveis ou moderadas (cerca de 2.300 euros) com a sustentabilidade financeira dos projetos.

“O Protocolo estabelece as bases da cooperação, com vista a uma colaboração regular entre as três entidades nos domínios da habitação a custos acessíveis e moderados e da reabilitação de edifícios com aptidão habitacional , nomeadamente através da partilha de informação técnica e financeira, da identificação de oportunidades de intervenção e do desenvolvimento de modelos de financiamento adequados à realidade dos projetos ”, explica o IFFRU 2030 em comunicado.

Está também “prevista a promoção de soluções que contribuam para a sustentabilidade dos investimentos, incluindo medidas de eficiência energética e resiliência sísmica ”, acrescenta a mesma nota.

Empréstimo do BEI para IFRRU construir para arrendar está em “fase avançada” Ler Mais O IFRRU 2030 é um instrumento financeiro que visa reforçar o financiamento de investimentos de reabilitação e revitalização urbanas em todo o território nacional, destinada a arrendamento a preços acessíveis e moderados.

É financiado através de um empréstimo do Banco Europeu de Investimento (BEI) e do Banco de Desenvolvimento do Conselho da Europa (CEB), além de mobilizar recursos privados através das instituições financeiras.

Deixa assim de ser o quadro comunitário em vigor (neste caso o Portugal 2030) a assegurar a dotação do instrumento o que lhe dá uma maior margem de ação.

Estes empréstimos serão alavancados em cerca de 1,8 vezes com dinheiro privado (dos bancos e dos promotores), explicou ao ECO dos Fundos a nova presidente do instrumento, Isabel Barroso de Sousa .

O montante ainda não está fechado .

Mas como os empréstimos têm um custo para o Estado só serão levantados à medida que for sendo necessário.

O objetivo será levantar, numa primeira fase, cerca de 480 milhões de euros junto dos dois bancos.

As negociações continuam a decorrer e a expectativa é agora terminá-las até final do ano , para que o instrumento possa arrancar no início do próximo ano , apurou o ECO.

A par do capítulo do financiamento está a ser feito um esforço de modernização do sistema com a introdução de inteligência artificial para ajudar a validar projetos.

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Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em eco.sapo.pt — o conteúdo pertence a ECO.

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