sábado, 17 de outubro de 2026 PortaisSobre🌓
🇵🇹 PT ▾
ÚLTIMA HORA
› Protestos pela habitação e contra aumento do custo de vida sobem de tom em manifestação nacional› Bélgica investiga pessoas próximas do presidente da RDCongo› Líder do PS solidário com manifestantes (e pede protestos responsáveis)› Jovens do movimento recebidos com palmas em desfile de milhares da CGTP› Protestos de jovens em Bruxelas mobilizam a polícia local› Nova lei das rendas? "É pegar na lei e metê-la na gaveta", diz Carneiro› Violência em França. Dezenas de detidos em novo dia de protestos› SPMS admitem falhas na plataforma de vacinação devido à "elevada pressão"› 11h Manifestações contra aumento do custo de vida› Polígrafo. Passos Coelho falou contra as "correntes radicais e populistas" em 2017?› Protestos pela habitação e contra aumento do custo de vida sobem de tom em manifestação nacional› Bélgica investiga pessoas próximas do presidente da RDCongo› Líder do PS solidário com manifestantes (e pede protestos responsáveis)› Jovens do movimento recebidos com palmas em desfile de milhares da CGTP› Protestos de jovens em Bruxelas mobilizam a polícia local› Nova lei das rendas? "É pegar na lei e metê-la na gaveta", diz Carneiro› Violência em França. Dezenas de detidos em novo dia de protestos› SPMS admitem falhas na plataforma de vacinação devido à "elevada pressão"› 11h Manifestações contra aumento do custo de vida› Polígrafo. Passos Coelho falou contra as "correntes radicais e populistas" em 2017?
Últimas

Interrupções voluntárias da gravidez "descontinuadas" no Garcia de Orta. Bloco quer ouvir ministra

CNN Portugal ·
Interrupções voluntárias da gravidez "descontinuadas" no Garcia de Orta. Bloco quer ouvir ministra

O BE pediu esta terça-feira a audição parlamentar urgente da ministra da Saúde sobre a suspensão das interrupções voluntárias da gravidez (IVG) no hospital Garcia de Orta, considerando haver o risco de este ser apenas “um direito no papel”.

“Em Portugal corremos o grande risco da interrupção voluntária de gravidez no Serviço Nacional de Saúde ser um direito no papel e não um direito de facto”, alertou o bloquista.

Segundo Fabian Figueiredo, os relatórios da Entidade Reguladora da Saúde “já têm alertado que são cada vez mais as regiões em que não há acesso de facto” às consultas e à IVG, o que “é um incumprimento da lei”.

“Nós ouvimos a unidade local de saúde dizer que isto é temporário. Nós sabemos da história do temporário que se torna definitivo”, disse.

Porque “são cada vez mais as áreas do país em que este direito não existe”, o BE avançou com uma pergunta enviada através do parlamento à ministra da Saúde, mas também com um projeto de resolução e um pedido de audição parlamentar urgente de Ana Paula Martins.

“Nós queremos ter a certeza que não há por parte da direita, que convive mal com a interrupção voluntária da gravidez, com os direitos das mulheres, um desmazelo e que há investimento e é por isso que queremos ouvir a senhora Ministra da Saúde com urgência no Parlamento já em setembro, para ter a certeza que o que está na lei é um direito de facto”, explicou.

Na pergunta enviada à ministra responsável pela pasta da saúde, o BE questiona que motivos levaram à descontinuação da consulta de gravidez não deseja e à suspensão da realização da IVG no Garcia de Orta.

“Quais os termos do protocolo entre a ULS Almada-Seixal e uma entidade privada para a realização das IVG, designadamente quanto à sua duração e aos custos envolvidos?”, perguntam, querendo saber se o Governo pode garantir que nenhuma mulher encaminhada para o privado é sujeita a “entraves adicionais”.

Os bloquistas pretendem ainda que Ana Paula Martins esclareça quando é que vai ser retomada a IVG no Garcia de Orta e o que significa o “brevemente” que foi usado pela unidade local de saúde.

Já o projeto de resolução do BE é pela “garantia do acesso efetivo e atempado à IVG no SNS”.

Em resposta à Lusa depois das denúncias das comissões de utentes, a Unidade Local de Saúde Almada Seixal, da qual faz parte o Hospital Garcia de Orta, confirmou que não está “a ser possível, neste momento, garantir resposta atempada às mulheres que pretendem avançar com a Interrupção Voluntária da Gravidez”.

Por isso, “a ULS Almada-Seixal (ULSAS), mantendo o seu compromisso assistencial, firmou protocolo com um estabelecimento oficialmente reconhecido pela Direção-Geral da Saúde (DGS) para a realização de interrupção da gravidez por opção da mulher”, acrescentou, sem precisar o local.

A ULSAS adiantou ainda que “a solução temporária encontrada permite assegurar resposta atempada e segura às mulheres, sendo expectativa da ULSAS retomar a resposta interna brevemente”.

Ler a notícia completa no CNN Portugal ›

Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em cnnportugal.iol.pt — o conteúdo pertence a CNN Portugal.

Mais de CNN Portugal

Ver tudo ›

Mais em Últimas

Ver tudo ›