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PRR: Pagamentos ascendem a 15.222 ME e candidaturas aprovadas a 408.618

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PRR: Pagamentos ascendem a 15.222 ME e candidaturas aprovadas a 408.618

O Plano de Recuperação e Resiliência (PRR) pagou 15.222 milhões de euros aos seus beneficiários até outubro e aprovou 408.618 candidaturas, segundo o último relatório de monitorização.

Só na última semana foram pagos mais 44 milhões de euros e aprovadas 10 candidaturas, revelou o documento da Estrutura de Missão Recuperar Portugal, com dados até esta quarta-feira.

O total de pagamentos corresponde agora a 69% do valor contratado e do aprovado.

A liderar os pagamentos estão as empresas (5.447 milhões de euros), seguidas pelas entidades públicas (3.026 milhões de euros) e pelas autarquias e áreas metropolitanas (2.504 milhões de euros).

Depois surgem as empresas públicas (1.629 milhões de euros), as escolas (666 milhões de euros), as instituições do ensino superior (592 milhões de euros), as instituições da economia solidária e social (522 milhões de euros), as instituições do sistema científico e tecnológico (448 milhões de euros) e, por último, as famílias (387 milhões de euros).

Por sua vez, as aprovações de projetos estão em 25.185 milhões de euros, abaixo dos 25.190 milhões de euros anteriormente reportados.

Destacam-se as empresas (9.019 milhões de euros), as autarquias e áreas metropolitanas (4.735 milhões de euros), as entidades públicas (4.731 milhões de euros) e as empresas públicas (2.589 milhões de euros).

Seguem-se as instituições do ensino superior (998 milhões de euros), as escolas (995 milhões de euros), as instituições da economia solidária e social (883 milhões de euros), as instituições do sistema científico e tecnológico (735 milhões de euros) e as famílias (500 milhões de euros).

Até quarta-feira, o PRR recebeu 515.939 candidaturas, sendo que 408.618 foram analisadas.

O mandato da Estrutura de Missão Recuperar Portugal, encarregue de monitorizar a execução do PRR, vai terminar em 2028, mas pode ser prorrogado, determinou uma resolução do Conselho de Ministros publicada em Diário da República.

O Governo defendeu que o fim do ciclo de investimento associado ao PRR abre espaço a uma maior participação do setor privado nas infraestruturas, negando o regresso a valores historicamente baixos.

“O fim do ciclo de investimento associado ao PRR abre também espaço para uma maior participação do setor privado no desenvolvimento das infraestruturas nacionais”, lê-se no relatório que acompanha a proposta de lei do Orçamento do Estado para 2027 (OE2027), entregue, esta quinta-feira, na Assembleia da República, em Lisboa.

Assim, vincou que as parcerias público-privadas, concessões ou outros modelos de cooperação podem desempenhar um papel mais relevante.

O PRR destina-se a implementar um conjunto de reformas e investimentos tendo em vista a recuperação do crescimento económico.

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