As notícias das 13h
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Luís Soares. O Primeiro-Ministro volta a reforçar a importância do equilíbrio das contas públicas. Luís Montenegro diz que não quer ser o pai da austeridade.
Se eu trocasse isso por uma medalha destinada a premiar uma grande ajuda que eu pudesse dar hoje às famílias e às empresas portuguesas, significaria, no futuro, sacrifícios, cortes, aquilo que o país conheceu lá atrás como políticas de austeridade. E há uma coisa que eu prometo aos portugueses: eu não vou ser o pai da austeridade. Não vou mesmo, de nenhuma maneira.
Garanteia deixada pelo Primeiro-Ministro esta manhã em Esposende, em declarações transmitidas pela RTP Notícias. Luís Montenegro rejeita ainda comentar as palavras de Pedro Passos Coelho, que ontem pediu mais ousadia ao Governo.
A Confederação Empresarial de Portugal defende que o Orçamento do Estado para o próximo ano deva apostar no investimento privado e definir uma nova estratégia política para o país.
A proposta do orçamento vai ser apresentada até o próximo dia 10 de outubro. No "Explicador" desta manhã, o presidente da CIP, Armindo Monteiro, defende uma aposta no investimento e lembra que isso tem sido ignorado nos últimos orçamentos.
Nos últimos anos, e volto a dizer, na última década, fala-se só de despesas, não se fala em investimento. Portanto, o orçamento passou a ser um equilíbrio entre receitas e despesas e aqui gostávamos que o orçamento, para além desse documento que põe em equilíbrio uma coisa e outra, sobretudo exprimisse uma estratégia de um parceiro importante, que é naturalmente o parceiro Estado, no que concerne às suas prioridades.
Declarações do presidente da CIP, Armindo Monteiro, no "Explicador" desta manhã. Já o secretário-geral da CGTP, Tiago Oliveira, defende que a linha política que tem sido seguida pelo governo condiciona as condições de vida dos trabalhadores e critica uma política assente em baixos salários quanto às medidas anunciadas por Luís Montenegro esta semana. Tiago Oliveira diz que os trabalhadores e também os reformados precisam de apoios ao longo de todo o ano.
Relativamente às medidas de apoio para o suplemento das reformas e pensões, aquilo que a posição da CGTP está muito claro: os trabalhadores precisam desse suplemento durante o ano inteiro e os reformados e os pensionistas é igual. Chegamos ao fim do ano, vão ter um suplemento de € 100, € 150, € 200, mas e depois o resto do ano, como é que vai ser? Portanto, aqui a questão da valorização das reformas é essencial para responder àquilo que são as necessidades de cada um de nós.
Tiago Oliveira, secretário-geral da CGTP, sobre o bónus aos pensionistas e reformados anunciado pelo governo. Ele que esteve no "Explicador" desta manhã, juntamente com o presidente da CIP, Armindo Monteiro.
E já disponível em podcast.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em observador.pt — o conteúdo pertence a Observador.