segunda-feira, 19 de outubro de 2026 PortaisSobre🌓
🇵🇹 PT ▾
ÚLTIMA HORA
› Paulo Portas arrasa política de Trump para a Rússia: “Ou é uma barata tonta ou tem uma relação com Moscovo que desconhecemos”› Campo de tiro em Alter do Chão: terá um gasoduto feito explodir a ideia?› Agostinho Costa: "Podemos chegar a um ponto com a IA, como aconteceu com a guerra química, de dizer: 'O melhor é pararmos porque senão morremos todos'"› Avião que partiu de Israel com destino a Viena desviado para a Bulgária após ameaça de bomba› Flávio Bolsonaro promete "acabar com amarras ambientais" e retomar políticas do pai que causaram um aumento da desflorestação da Amazónia› Manifestantes pela habitação no Porto querem ser contactados pela câmara por e-mail e não individualmente› Lula deve "deixar discussões mais políticas e chegar ao dia a dia da população", enquanto Flávio "tenta aproveitar o facto de que o governo é mal avaliado"› Crise da habitação é "uma bomba-relógio na vida de muitos portugueses e está a começar a ser uma bomba-relógio na mão de vários políticos"› Popularidade de Trump cai para mínimo histórico a duas semanas das eleições intercalares› Pedro Duarte aguarda resposta a convite para se reunir com manifestantes› Paulo Portas arrasa política de Trump para a Rússia: “Ou é uma barata tonta ou tem uma relação com Moscovo que desconhecemos”› Campo de tiro em Alter do Chão: terá um gasoduto feito explodir a ideia?› Agostinho Costa: "Podemos chegar a um ponto com a IA, como aconteceu com a guerra química, de dizer: 'O melhor é pararmos porque senão morremos todos'"› Avião que partiu de Israel com destino a Viena desviado para a Bulgária após ameaça de bomba› Flávio Bolsonaro promete "acabar com amarras ambientais" e retomar políticas do pai que causaram um aumento da desflorestação da Amazónia› Manifestantes pela habitação no Porto querem ser contactados pela câmara por e-mail e não individualmente› Lula deve "deixar discussões mais políticas e chegar ao dia a dia da população", enquanto Flávio "tenta aproveitar o facto de que o governo é mal avaliado"› Crise da habitação é "uma bomba-relógio na vida de muitos portugueses e está a começar a ser uma bomba-relógio na mão de vários políticos"› Popularidade de Trump cai para mínimo histórico a duas semanas das eleições intercalares› Pedro Duarte aguarda resposta a convite para se reunir com manifestantes
Economia

FMI alerta para impacto da subida dos juros soberanos com dívida global a aproximar-se de 100% do PIB

Jornal Económico ·
FMI alerta para impacto da subida dos juros soberanos com dívida global a aproximar-se de 100% do PIB

Os governos nacionais devem tomar medidas para controlar a evolução da dívida, que se aproxima a passos largos dos 100% do PIB a nível global e tem agravado significativamente a despesa pública com a atual subida nos juros soberanos.

Quem alerta é o Fundo Monetário Internacional (FMI) O aviso foi feito na apresentação do ‘Fiscal Monitor 2026’, esta quarta-feira, no encontro anual do FMI e Banco Mundial, desta feita em Banguecoque, na Tailândia.

E surge numa altura em que os juros soberanos da maioria das economias ocidentais e mais avançadas toca máximos de vários anos, à boleia de uma inflação que não dá sinais de abrandamento, competição feroz por capital e indicadores macro insustentáveis.

A dívida pública global fechou 2025 em 94% do PIB mundial e, na trajetória atual, chegará a 100% em 2029, alerta o relatório.

As principais responsáveis por esta evolução serão as grandes economias mais avançadas, continua o Fundo, pedindo medidas urgentes para corrigir esta evolução.

Este disparo nas yields está a agravar significativamente os custos de financiamento para os governos nacionais, o que combina com uma demografia desfavorável, custos sociais crescentes e assinaláveis, e gastos com investimento em defesa e tecnologia.

Com o rácio global de dívida a aproximar-se dos 100% do PIB mundial, os custos futuros são evidentes.

O FMI projeta que os custos de financiamento saltem de 2,3% em 2021 para 3,7% em 2031, sendo que o cenário é mais gravoso em grandes economias altamente endividadas, como os EUA.

A maior economia do mundo deverá pagar o equivalente a mais de 5% do seu PIB em juros em 2031, ou seja, quase o dobro em relação aos 2,8% que pagavam antes da Covid.

“Vemos pouca evidência de qualquer consolidação orçamental este ano”, aponta Rodrigo Valdés, diretor do departamento de questões orçamentais do FMI.

“Não sabemos qual o ponto de ruptura, mas, quanto mais esperarmos, maior o risco de estarmos próximo de um”, continuou.

Os governos nacionais devem, portanto, corrigir urgentemente a trajetória da dívida – e antes que os mercados o façam por eles, completou.

Políticas que fomentem o emprego reforçam a receita fiscal e contributiva, apontam, e a simplificação fiscal pode estimular a economia e a arrecadação de impostos, revertendo uma realidade que atualmente está a condicionar a produtividade das empresas.

Para as economias avançadas, o impacto das primeiras políticas pode chegar a 0,8 pontos percentuais (pp) do PIB, enquanto a diferença de uma autoridade tributária ágil pode ascender a 1,7 pp do PIB em receita fiscal.

Ler a notícia completa no Jornal Económico ›

Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em jornaleconomico.sapo.pt — o conteúdo pertence a Jornal Económico.

Mais de Jornal Económico

Ver tudo ›

Mais em Economia

Ver tudo ›