domingo, 11 de outubro de 2026 PortaisSobre🌓
🇵🇹 PT ▾
ÚLTIMA HORA
› Canadá apoia "cessar-fogo energético" entre Ucrânia e Rússia› Reino Unido apoia trégua energética entre Rússia e Ucrânia› Algarve na mira dos narcos: redes transferem operações de Espanha para Portugal› Paulo Portas: "É como se o mundo estivesse ao contrário". Putin "aprendeu a manipular a personalidade de Trump"› Trump ameaça suspender venda de armas à Ucrânia e exige fim dos ataques a refinarias russas› Obama lança podcast sobre livros - e as escolhas revelam muito sobre o político› SIRESP chama de volta Carlos Leitão, alvo de denúncias e suspeitas de conflitos de interesses› UE e China acordam reduzir para metade entrada de carros híbridos chineses› Montenegro considera "insensata" subida dos combustíveis e pede fim do conflito no Médio Oriente› "Não dá mais para viver assim": jovens acampam no Porto contra os preços da habitação› Canadá apoia "cessar-fogo energético" entre Ucrânia e Rússia› Reino Unido apoia trégua energética entre Rússia e Ucrânia› Algarve na mira dos narcos: redes transferem operações de Espanha para Portugal› Paulo Portas: "É como se o mundo estivesse ao contrário". Putin "aprendeu a manipular a personalidade de Trump"› Trump ameaça suspender venda de armas à Ucrânia e exige fim dos ataques a refinarias russas› Obama lança podcast sobre livros - e as escolhas revelam muito sobre o político› SIRESP chama de volta Carlos Leitão, alvo de denúncias e suspeitas de conflitos de interesses› UE e China acordam reduzir para metade entrada de carros híbridos chineses› Montenegro considera "insensata" subida dos combustíveis e pede fim do conflito no Médio Oriente› "Não dá mais para viver assim": jovens acampam no Porto contra os preços da habitação
Economia

2050: um compromisso com as gerações futuras

ECO ·
2050: um compromisso com as gerações futuras

Ao olharmos para os últimos 25 anos, é inevitável reconhecer que a sustentabilidade deixou de ser um conceito periférico para se tornar um eixo central das estratégias empresariais, das políticas públicas e das expectativas da sociedade.

Em Portugal e no mundo, assistimos a uma transformação profunda, ainda incompleta, mas estrutural, na forma como pensamos o crescimento económico, o uso de recursos e o papel das empresas na criação de valor.

Há 25 anos, embora o desenvolvimento sustentável já integrasse as dimensões ambientais, sociais e económicas, estes temas eram frequentemente abordados de forma segmentada nas empresas.

Hoje, encontra-se integrado no modelo de negócio, articulando ambiente, sociedade e governance , influenciando decisões de investimento, cadeias de abastecimento, inovação e reputação corporativa.

Portugal acompanhou esta evolução de forma significativa, registando progressos em áreas como a energia renovável, a economia circular e a gestão florestal.

Os últimos 25 anos mostraram também os limites do progresso alcançado: a emergência climática intensificou-se, a perda de biodiversidade continua a um ritmo preocupante e as desigualdades sociais permanecem um desafio estrutural.

O crescimento económico global, embora robusto, não foi suficientemente inclusivo nem ambientalmente sustentável.

É precisamente por isso que os próximos 25 anos exigem uma ambição maior.

Em primeiro lugar, devemos exigir e contribuir para uma aceleração decisiva na transição climática.

Mais do que assumir compromissos, será necessário demonstrar capacidade de execução, traduzindo metas em planos concretos, investimentos, inovação e transformação dos modelos de negócio.

Isto implica acelerar a descarbonização dos sistemas energéticos, dos processos industriais e das cadeias de valor, reconhecendo simultaneamente a complexidade e os desafios associados a esta transição.

Para as empresas, significa continuar a investir em soluções de baixo carbono, reforçar a eficiência e a resiliência das operações e contribuir para uma economia cada vez mais descarbonizada.

Em segundo lugar, a preservação e regeneração dos ecossistemas terá de passar do discurso à ação concreta.

As florestas de sobreiro, que sustentamos e valorizamos há mais de um século e meio, serão ainda mais centrais neste contexto: pela sua contribuição para a mitigação das alterações climáticas, pela sua riqueza em biodiversidade e como exemplo de equilíbrio entre atividade económica e conservação ambiental.

Ler a notícia completa no ECO ›

Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em eco.sapo.pt — o conteúdo pertence a ECO.

Mais de ECO

Ver tudo ›

Mais em Economia

Ver tudo ›