Cabaz alimentar desce quase dois euros numa semana
Depois de uma subida na semana anterior, o preço do cabaz alimentar composto por 63 produtos voltou a descer entre 16 e 23 de setembro, segundo a análise da DECO PROteste.
Desde o início do ano, comprar os mesmos produtos custa menos 12,28 euros, uma redução de 5,08%.
Já face ao mesmo período do ano passado, o cabaz está 11,66 euros mais caro, o equivalente a uma subida de 4,81%.
A diferença é ainda mais significativa quando comparada com o início da monitorização da DECO PROteste, a 5 de janeiro de 2022.
Atualmente, os consumidores pagam mais 66,41 euros pelo mesmo conjunto de produtos, uma diferença de 35,38%.
Na última semana, a batata vermelha foi o produto que mais aumentou de preço, em termos percentuais, com uma subida de 11%, para 1,40 euros por quilo.
Seguiram-se os cereais de fibra, que ficaram 8% mais caros, passando a custar 4,17 euros, e o arroz agulha, também com um aumento de 8%, para 1,60 euros.
Na comparação com o mesmo período de 2025, os maiores aumentos foram registados no bacalhau graúdo e no tomate chucha, ambos com uma subida de 29%.
O bacalhau custa agora 20,70 euros por quilo e o tomate 2,75 euros por quilo.
O arroz carolino registou uma subida de 24%, para 1,79 euros por quilo.
Desde o início da análise, os maiores aumentos percentuais foram registados na carne de novilho para cozer, cujo preço subiu 116%, para 12,58 euros por quilo.
Seguem-se o bacalhau graúdo, com uma subida de 95%, e a couve-coração, que aumentou 92%, para 1,91 euros.
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