Mais de um terço das câmaras municipais sem maioria fez acordos para governar
Um ano depois das eleições autárquicas, mais de um terço (37%) das câmaras municipais sem maioria conseguiu fazer acordos para governar , avança esta segunda-feira o Público (acesso pago).
Pelo menos 47 das 75 câmaras que saíram de 12 de outubro de 2025 sem maioria absoluta continuam a governar nessa condição.
A maioria (63%) dos executivos que começaram o mandato em minoria continuam dependentes de negociações com a oposição para aprovar propostas .
As restantes 28 autarquias (os tais 37%) encontraram soluções que lhes permitiram formar uma maioria, de acordo com um levantamento feito pelo jornal.
Estes são os vencedores do Prémio Autarquia do Ano Ler Mais Em declarações ao matutino, os presidentes das câmaras de Braga (PSD/CDS-PP/PPM), Amadora (PS) e Sines (CDU) fazem um balanço globalmente positivo do primeiro ano de mandato , ainda que governem em minoria.
João Rodrigues (Braga) considera que os poderes de um presidente “são suficientemente extensos” para permitir o funcionamento de uma câmara minoritária e Vítor Ferreira afirma que na Amadora “correu bem até agora”.
Já Álvaro Beijinha diz que em Sines “não tem havido grandes divergências de fundo” e que não sente “grandes diferenças” em relação aos anos em que governou Santiago do Cacém com maioria absoluta.
Tanto em Braga como na Amadora foram celebrados entendimentos com outros eleitos, o que não foi suficiente para construir uma maioria.
“Com mais vereadores, há mais gente para trabalhar”, refere João Rodrigues, que entregou pelouros à vereadora independente Catarina Miranda, eleita pela coligação PS/PAN.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em eco.sapo.pt — o conteúdo pertence a ECO.