⛽Gasóleo dispara para novos máximos. Gasolina também sobe na próxima semana
Os combustíveis vão voltar a subir na próxima semana.
O gasóleo , o combustível mais usado em Portugal, deverá subir 8,5 cêntimos e a gasolina 6,5 cêntimos , de acordo com os dados do Automóvel Club de Portugal (ACP).
Já f onte do mercado aponta ao ECO uma subida de sete cêntimos do gasóleo e de 5,5 cêntimos na gasolina , na próxima semana.
O diesel volta a bater novos máximos.
Estas tendências ainda podem sofrer alterações para ter em conta o fecho das cotações do Brent esta sexta-feira e o comportamento do mercado cambial .
Mas, para saber quanto vai pagar na bomba segunda-feira quando for abastecer, é necessário esperar pela publicação de uma nova portaria com o desconto temporário e extraordinário do ISP a vigorar na próxima semana e que o Executivo optou por não reforçar no Conselho de Ministros de quinta-feira, ainda que o tenha prolongado até dezembro .
Assim, mantém-se em vigor o limiar nos dez cêntimos de subida, para apoiar os combustíveis, a contar a partir da semana de 2 a 6 de março, antes do ataque concertado dos Estado Unidos e de Israel ao Irão , que levou à disseminação do conflito pelo Médio Oriente e ao encerramento do Estreito de Ormuz.
Desde então o gasóleo regista um aumento acumulado de 52,2 cêntimos e a gasolina de 23,4 cêntimos, sem ter em conta as previsões para a próxima semana.
Esta semana, inicialmente, a expectativa era de que os preços do diesel iriam subir cinco cêntimos, enquanto os da gasolina iriam descer cinco cêntimos por litro , mas com a atualização do apoio do Governo, as cotações finais da matéria-prima e o comportamento do mercado cambial, afinal o diesel, o combustível mais usado em Portugal, subiu 4,8 cêntimos e a gasolina desceu 2,1 cêntimos.
Os contratos futuros do Brent, que servem de referência para o mercado europeu, estão esta sexta-feira a descer 1,90% para os 102,82 dólares por barril e o petróleo prepara-se para registar a primeira queda semanal das últimas três semanas, com a matéria-prima a acumular uma desvalorização superior a 2%.
A evolução da matéria-prima continua a ser determinada pela guerra no Médio Oriente.
No início desta semana, os preços subiram para perto de máximos de quatro meses, depois de fontes terem indicado que os carregamentos de petróleo bruto no centro de exportação saudita de Yanbu, no mar Vermelho, tinham sido suspensos e que Riade tinha cancelado algumas entregas para a Europa, na sequência de danos provocados por um ataque na semana passada no seu oleoduto Este-Oeste.
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