sexta-feira, 9 de outubro de 2026 PortaisSobre🌓
🇵🇹 PT ▾
ÚLTIMA HORA
› Carro abalroado por comboio em Santarém corta circulação na Linha da Beira Baixa› Trump condecora Musk com medalha científica e chama-lhe "tesouro nacional"› Exames de ADN e análise a impressões digitais do laboratório da PJ violam normas da UE. Falhas podem afetar casos do passado› Organização Mundial de Meteorologia avisa que o El Niño deste ano pode ser o mais forte de sempre› Temperaturas médias e máximas atingiram valores recorde no mês de setembro› Serviços secretos portugueses alvo de ciberataque "problemático". Mas SIRP garante que "não houve qualquer intrusão" no sistema› Bombeiros de Cabo Ruivo sem acesso a dois carros de combate a incêndios urbanos após desaparecimento de chaves› "The Brain" traz de volta ao grande ecrã várias caras conhecidas dos portugueses› Confissão pública de Ronaldo pode minimizar castigo do capitão da Seleção› Governo avisa que não há margem para negociar mais despesa: "O orçamento que sair tem de ser o que entrou"› Carro abalroado por comboio em Santarém corta circulação na Linha da Beira Baixa› Trump condecora Musk com medalha científica e chama-lhe "tesouro nacional"› Exames de ADN e análise a impressões digitais do laboratório da PJ violam normas da UE. Falhas podem afetar casos do passado› Organização Mundial de Meteorologia avisa que o El Niño deste ano pode ser o mais forte de sempre› Temperaturas médias e máximas atingiram valores recorde no mês de setembro› Serviços secretos portugueses alvo de ciberataque "problemático". Mas SIRP garante que "não houve qualquer intrusão" no sistema› Bombeiros de Cabo Ruivo sem acesso a dois carros de combate a incêndios urbanos após desaparecimento de chaves› "The Brain" traz de volta ao grande ecrã várias caras conhecidas dos portugueses› Confissão pública de Ronaldo pode minimizar castigo do capitão da Seleção› Governo avisa que não há margem para negociar mais despesa: "O orçamento que sair tem de ser o que entrou"
Últimas

Governar para além do mandato

Diário de Notícias ·

Há uns dias, Pedro Passos Coelho voltou a chamar a atenção para o tempo de que o Governo dispõe para fazer reformas.

A discussão depressa se presta ao exercício habitual: perceber se foi um aviso, uma crítica ou um sinal sobre o futuro da direita.

Mas há uma pergunta mais importante por detrás da intervenção.

Como se governa um país cujos problemas exigem uma década de trabalho, quando a política vive de semana em semana? Portugal conhece bem esta contradição.

Quer resultados rápidos, desconfia de mudanças que lhe alterem a vida e penaliza quem demora a responder.

Quem governa enfrenta estas exigências, muitas vezes incompatíveis, e precisa de escolher.

É nessa escolha que se percebe se existe um projeto para o país e se quem o dirige tem condições para o concretizar.

A discussão sobre reformas costuma concentrar-se na vontade do primeiro-ministro, como se um governo fosse a extensão de uma personalidade.

Não é.

Governa-se com ministros, assessores, dirigentes da administração e partidos que recrutam e sustentam esse pessoal político.

A qualidade desta elite conta tanto como a intenção de quem a lidera.

Os partidos sabem identificar quem mobiliza uma concelhia, negoceia uma lista ou ganha um congresso.

São competências legítimas e necessárias numa democracia de partidos.

Mas dirigir um serviço público exige outras, conhecer o que se pretende mudar, distinguir uma resistência corporativa de uma objeção fundamentada, escolher equipas e assumir a responsabilidade pelos resultados.

Ler a notícia completa no Diário de Notícias ›

Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em www.dn.pt — o conteúdo pertence a Diário de Notícias.

Mais de Diário de Notícias

Ver tudo ›

Mais em Últimas

Ver tudo ›