Sobe para 24 total de mortos em acidente na província moçambicana de Inhambane
As autoridades moçambicanas em Inhambane confirmaram hoje pelo menos 24 mortos na sequência do acidente de viação ocorrido na noite de quinta-feira no distrito de Zavala, agravando o balanço anterior, de 17 óbitos.
Em comunicado, o conselho executivo provincial de Inhambane refere que o acidente, ocorrido na Estrada Nacional 1 (EN1) "resultou na morte de, pelo menos, 24 cidadãos", além de "dois feridos, um dos quais em estado grave", mas sem adiantar mais detalhes sobre as circunstâncias em que aconteceu.
"Perante esta dolorosa ocorrência, o executivo provincial manifesta o seu mais profundo pesar e endereça as mais sentidas condolências às famílias enlutadas, partilhando a sua dor e solidarizando-se com todos os que sofrem, neste momento particularmente difícil", lê-se no comunicado.
Acrescenta que "este trágico acontecimento constitui mais um alerta para a necessidade" de reforçar a "prudência, a responsabilidade e o respeito pelas regras de segurança rodoviária".
"Por isso, reiteramos o apelo a todos os automobilistas e demais utentes da EN1 para que observem uma condução responsável e prudente, contribuindo para a prevenção de acidentes", refere ainda.
Ao início da manhã, o primeiro balanço dava conta de 17 mortos na sequência deste acidente, que a Presidência da República classificou, em comunicado, como "trágico".
Perante a tragédia, o Presidente da República, Daniel Chapo, manifestou "profundo pesar" e endereçou as suas condolências às famílias enlutadas e solidariedade para com a pessoa ferida, afirmando partilhar "o seu sofrimento perante esta irreparável perda de vidas humanas".
"Perante mais esta tragédia nas estradas nacionais, o Presidente Chapo reitera o apelo a todos os automobilistas e utentes das vias públicas para o cumprimento rigoroso das regras de trânsito", refere-se no comunicado.
A Presidência destaca, entre as medidas que merecem especial atenção, o respeito pelos limites de velocidade, a observância da sinalização rodoviária e a não condução sob efeito de álcool ou de outras substâncias que comprometam a capacidade de conduzir.
"O chefe do Estado apela ainda à prudência, à responsabilidade e ao respeito pela vida, sublinhando que a prevenção dos acidentes rodoviários exige o compromisso de todos, de modo a evitar novas tragédias e proteger a vida dos cidadãos", acrescenta-se na nota.
A sinistralidade rodoviária continua a ser uma das principais causas de morte em Moçambique.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em www.rtp.pt — o conteúdo pertence a RTP Notícias.