Peladinha PSD: Muita união, mas a culpa é do árbitro
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Ora bem, este fim de semana tivemos a habitual festa de PSD no Pontal e, como é tradição também, antes disso houve uma peladinha, um jogo de futebol entre duas equipas, o PSD Algarve, liderado por Cristóvão Norte, e o PSD Nacional, onde alinhou também Luís Montenegro.
Mas depois dividem-se. Prognósticos divididos. Aquela velha história do só no fim do jogo. Mas sempre com esta ideia muito politicamente correta que é: o segredo está na união.
Este é o vídeo oficial de PSD sobre o tema. Portanto, cá está, a culpa é do árbitro.
Sempre. No fundo, é aquela versão futebolística de "a culpa é do Parlamento". No caso da política. No final, a análise mais distanciada da ministra Maria da Graça Carvalho.
A equipa do Algarve defendeu com unhas e dentes o Algarve como prioridade nacional, mas pelo amor à estabilidade tornámos este jogo fácil para o Governo.
Um jogo fácil para o Governo. Não jogou, mas era, se não me engano, treinadora da equipa nacional. Muito bem. Depois os protagonistas, os que estiveram mesmo no campo. Basicamente aqui ouvimos as queixas do costume.
Fomos derrotados quatro um. De ambos os lados, uma equipa de arbitragem teve conveniências suspeitas com a outra equipa.
O filho do primeiro-ministro fez um grande golo. Não se via que ele jogava tanto.
Houve reforços. O filho do primeiro-ministro aqui a fazer as obras do pai também nas peladinhas de futebol, não é só nas empresas da família. Bom, e agora vamos ao sistema Volta, aquele sistema para recuperar os €0,10 que nos custa agora cada garrafa de plástico ou cada bebida em lata. Há muita discussão sobre o assunto, muita polémica, prós e contras. Há quem, antes de mais, aproveite para fazer um rendimento extra.
Pela primeira vez estou a ir ao Volta, tenho o carro cheio. Quanto é que acham que eu vou tirar? Será que eu fico milionário? O gajo está para ir de férias?
Ainda ontem no supermercado estava alguém com um saco enorme cheio de latas e garrafas.
Claro, neste caso, a imagem do vídeo é um carro mesmo cheio, uma daquelas comerciais ligeiros que têm aquela rede a separar os dois bancos da frente do espaço de carga, e o espaço de carga é completamente cheio. Daqui a pouco já vamos saber quanto é que esta pessoa foi buscar.
Reciclável, siete ponto tri dado. Está bem. Quer dizer, vim eu aqui pôr a recolha, uma máquina cheia, outra máquina cheia, e agora vou levar isto outra vez para casa. Que bom, Volta! Que bom!
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