Execução transmitida ao vivo? Trump ainda não decidiu: "Há duas opções"
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou, no sábado, ainda não ter decidido se a execução por fuzilamento do autor do massacre de Fort Hood será ou não transmitida em direto.
Nidal Hasan, recorde-se, abriu fogo contra soldados norte-americanos num centro de processamento de pessoal de Fort Hood, no Texas, a 5 de novembro de 2009, e gritou "Allahu Akbar" ('Alá é Grande') durante o ataque.
Questionado sobre o assunto pelos jornalistas, Donald Trump salientou: "Há duas opções: não mostrar ou mostrar" .
E acrescentou: "Ao mostrar, talvez outros não façam o que ele fez.
Ao fim do dia, eu é que tomarei essa decisão.
Sei que os militares gostariam de o fazer, mas a decisão final é minha" .
O presidente norte-americano descreveu ainda Nidal Hasan como um "assassino implacável", recordando que o então psiquiatra do Exército matou 13 pessoas "a sangue frio" e feriu 20.
"Algumas dessas pessoas jamais recuperarão totalmente as suas vidas", afirmou.
De recordar que o secretário da Defesa norte-americano, Pete Hegseth, adiantou, na semana passada, que a execução de Hassan está marcada para o dia 3 de dezembro, às 13h00, em Fort Hood.
"Vamos garantir que as pessoas podem assistir, que seja público.
As pessoas precisam de entender que existem consequências sérias para este tipo de coisas", disse.
Na sexta-feira, também o Pentágono confirmou que pretendia transmitir em direto a execução de Hasan .
O presidente dos Estados Unidos, note-se, já havia levantado dúvidas sobre o facto de a execução ser transmitida ao vivo.
As reações Após o anúncio de que a execução por fuzilamento de Nidal Hasan poderia ser transmitida em direto, as reações não tardaram.
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