Fábrica2030 junta líderes empresariais para discutir escala das empresas
Carlos Moreira da Silva, Maria João Carioca, Isabel Furtado, Carlos Mota Santos, Armindo Monteiro e Manuel Castro Almeida vão estar na décima edição da Fábrica2030, no dia 14 de outubro, a conferência anual do ECO que este ano vai discutir a dimensão das empresas portuguesas.
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Como criar mais empresas portuguesas com dimensão para competir nos mercados internacionais? É a pergunta que vai orientar a Fábrica2030, conferência anual do ECO dedicada à indústria, competitividade e crescimento empresarial, que reúne empresários, gestores, investidores, banqueiros e responsáveis pela política económica.
Manuel Castro Almeida, ministro da Economia e da Coesão Territorial, encerra a conferência com uma intervenção sobre as mudanças económicas e institucionais necessárias para aumentar a produtividade, o investimento e a dimensão empresarial em Portugal.
Maria João Carioca, co-CEO da Galp, apresenta um “Caso de Escala”, dedicado às decisões concretas que permitem a uma empresa crescer e reforçar a sua presença internacional.
Carlos Moreira da Silva protagoniza uma conversa sobre os custos e as escolhas associados ao crescimento, da profissionalização da gestão à abertura do capital e à partilha do controlo.
Isabel Furtado, CEO da TMG Automotive, e Carlos Mota Santos vão discutir se a escala se compra ou se constrói.
Crescimento orgânico, aquisições, consolidação setorial, produtividade, tecnologia, governance e internacionalização estarão entre os temas em debate.
O papel das políticas públicas será discutido por Gonçalo Regalado, CEO do Banco Português de Fomento, e Armindo Monteiro, presidente da CIP.
A discussão parte de uma questão direta.
Portugal dispõe de uma política económica orientada para criar empresas maiores ou continua sobretudo a apoiar as empresas que já existem? O financiamento do crescimento será outro dos eixos da Fábrica2030.
Nuno Fernandes Thomaz, líder da Core Capital, Luís Ribeiro, administrador do novobanco, vão discutir as alternativas disponíveis para financiar investimento, aquisições e expansão internacional, do crédito bancário ao private equity e ao mercado de capitais.
A conferência começa com um diagnóstico preparado pelo ECO e pela Faculdade de Economia da Universidade do Porto.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em eco.sapo.pt — o conteúdo pertence a ECO.