sexta-feira, 16 de outubro de 2026 PortaisSobre🌓
🇵🇹 PT ▾
ÚLTIMA HORA
› TAP: Lufthansa paga sinal de até 30 milhões pela privatização› GNR detém suspeito de tráfico de droga e ameaças com arma de fogo na Maia› PCP questiona Bruxelas sobre implicações da entrada da Lufthansa na TAP› Parlamento aprova apoio à maternidade das atletas até um ano após o parto› Zelensky diz que Starlink ainda não está totalmente restabelecido› Projetos de lei sobre novos estatutos da Lusa rejeitados na generalidade› Club Med quer abrir dois novos empreendimentos no Brasil até 2030› Ministra recorda Joaquim Letria: "Figura marcante do jornalismo"› Zelensky agradece aos europeus mas diz que precisa de 70 mil milhões para o próximo ano› Moçambique considera urgente travar violação dos direitos humanos› TAP: Lufthansa paga sinal de até 30 milhões pela privatização› GNR detém suspeito de tráfico de droga e ameaças com arma de fogo na Maia› PCP questiona Bruxelas sobre implicações da entrada da Lufthansa na TAP› Parlamento aprova apoio à maternidade das atletas até um ano após o parto› Zelensky diz que Starlink ainda não está totalmente restabelecido› Projetos de lei sobre novos estatutos da Lusa rejeitados na generalidade› Club Med quer abrir dois novos empreendimentos no Brasil até 2030› Ministra recorda Joaquim Letria: "Figura marcante do jornalismo"› Zelensky agradece aos europeus mas diz que precisa de 70 mil milhões para o próximo ano› Moçambique considera urgente travar violação dos direitos humanos
Últimas

Raimundo desafia Governo a "atrever-se" a "pôr a mão no dinheiro" da Segurança Social

CNN Portugal ·
Raimundo desafia Governo a "atrever-se" a "pôr a mão no dinheiro" da Segurança Social

O secretário-geral do PCP, Paulo Raimundo, avisou este domingo que, se o Governo “se atrever a querer pôr a mão no dinheiro da Segurança Social”, para a privatizar, “vai ser novamente derrotado”, como no caso do pacote laboral.

“Atreva-se, atreva-se para ver o que lhe vai acontecer”, desafiou o líder do PCP, na sua intervenção num almoço convívio em simpatizantes e militantes do partido em Fronteira, no distrito de Portalegre.

Paulo Raimundo lembrou que, há sensivelmente um ano, neste mesmo concelho alentejano, tinha deixado o alerta ao executivo liderado por Luís Montenegro de que os trabalhadores iriam “derrotar o pacote laboral” proposto pelo Governo.

E, “bem dito, bem certo”, argumentou, deixando, agora, outro aviso ao Governo a propósito da Segurança Social.

“Se o Governo se atrever a querer pôr a mão no dinheiro do trabalho, a querer pôr a mão no dinheiro da Segurança Social, para privatizar a Segurança Social, para transferir o dinheiro do trabalho para a mão do capital, atreva-se. Vai ter aqui a resistência, a luta, a resposta dos trabalhadores contra mais esta ofensiva e vai ser novamente derrotado”, garantiu.

O secretário-geral comunista defendeu que 40 anos de trabalho e de descontos são um “esforço mais que suficiente para ter direito à reforma com dignidade [e] sem nenhuma penalização”.

“Não há nenhuma dúvida sobre isso. E esta é que é a grande questão para resolver no que diz respeito à Segurança Social, não é privatizar o dinheiro do trabalho, como quer o Governo”, disse.

O Governo da AD (PSD/CDS-PP) diz que não quer “alterar nada na Segurança Social”, mas está “a apalpar o terreno” e adotou a “tática” de “mandar o barro à parede”.

“Se o barro ficar, avançam com medidas, se o barro cair, não dizem nada”, ironizou.

Qualificando o estudo divulgado sobre a Segurança Social como “trapalhão, cheio de mentiras, cheio de manobras”, Paulo Raimundo acusou ainda o Governo de meter “os seus satélites e os seus empregados de serviço a debitarem sobre os problemas da Segurança Social”.

“Confundindo Segurança Social com Caixa Geral de Apresentações (CGA), confundindo o dinheiro do trabalho com a falta de entrega do Estado à CGA, daquilo que nunca fez, mas tem que fazer, confundindo isto tudo para ver se há ou não há condições para atacar o dinheiro de quem trabalha”, considerou.

Entre outros temas, no seu discurso, o secretário-geral do PCP aludiu igualmente ao “frenesim completo” já existente em torno do próximo Orçamento do Estado (OE).

“Está tudo a apostar, quem aprova, quem não aprova, o que é que vai ser, o que é que não vai ser. É o frenesim total, mas não há muita coisa para saber em torno do OE”, afirmou.

Para Paulo Raimundo, “a dúvida não é o que é que vai ser o OE”, mas sim “se o próximo OE vai dar ainda mais benefícios fiscais aos grupos económicos”.

Ler a notícia completa no CNN Portugal ›

Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em cnnportugal.iol.pt — o conteúdo pertence a CNN Portugal.

Mais de CNN Portugal

Ver tudo ›

Mais em Últimas

Ver tudo ›