Moçambique considera urgente travar violação dos direitos humanos
O Governo moçambicano admitiu hoje que é urgente travar a violência decorrente da violação dos direitos humanos em Cabo Delgado, incluindo acabar com os deslocamentos forçados que incluem menores naquela província do norte do país.
"Temos que todos arregaçar as mangas possíveis para que possamos devolver sossego aos eternos deslocados, as crianças afetadas e as famílias deslocadas. Isto, na verdade, é uma preocupação nossa e para mim é uma área que exige alguma urgência e de todos nós juntos podermos fazer alguma coisa", afirmou o Secretário Permanente do Ministério da Justiça, Assuntos Constitucionais e Religiosos, Tuarique Abdala.
Questionado pelos jornalistas, em conferência de imprensa, sobre a área dos direitos humanos que exige urgência no país, no quadro das recomendações recebidas no quarto ciclo da Revisão Periódica Universal (RPU) das Nações Unidas, Tuarique Abdala apontou as consequências do terrorismo em Cabo Delgado.
"Cabo Delgado representa parte de Moçambique e, hoje, o país, quando vive nesta situação, de estar a canalizar toda a sua atenção a Cabo delegado, isto de alguma forma acaba afetando a todos nós.
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