As notícias das 8h
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Nós viabilizaremos essa comissão de inquérito por dois motivos. Primeiro, há que esclarecer a relação entre o desmantelamento que foi feito de várias estruturas do Ministério da Educação e os seus efeitos, nomeadamente no caos que se instalou nos exames de acesso ao ensino superior. Por outro lado, por que se avançou de forma intempestiva para esta transição, não auscultando a opinião de quem teria alertado o próprio ministério que não havia condições para avançar?
Ele passou por coisas complicadas, como sabemos, porque depois de ter tido uma atuação muitíssimo relevante em termos de interesse nacional, mas muito pesada do ponto de vista pessoal, não foi propriamente objeto dos agradecimentos e da manifestação de apreço que talvez tivesse o direito de esperar.
Pronto. E eu penso que isso pesa muito, mas tenho muita dificuldade em compreender porque é que ele hoje diz um certo número de coisas.
Leonor Beleza, numa entrevista à RTP, ao programa da jornalista Fátima Campos Ferreira. Passos Coelho voltou recentemente a pedir a Luís Montenegro rapidez na execução de reformas e avisa que o tempo está a esgotar-se. O aluno que esfaqueou seis colegas numa escola básica da Azambuja em 2024, já não frequenta a instituição. Este ataque faz hoje precisamente dois anos. Foi a 17 de setembro de 2024. O jovem, na altura com 12 anos, foi internado num centro educativo. O rapaz andaria a pesquisar sites nazis, pode ter sido instigado por terceiros ou sofrido um surto psicótico. Dois anos depois, a Rádio Observador apurou que o aluno já não frequenta a escola e que as vítimas continuam a ter acompanhamento psicológico. Martim Madeira.
O grande destaque é que o jovem que atacou seis alunos já não frequenta a Escola Básica um, dois e três da Azambuja. A informação é avançada à Rádio Observador pelo presidente da Câmara da Azambuja, Silvino Lúcio.
Quanto às vítimas, cinco rapazes e uma rapariga que ficou ferida com gravidade, continuam na escola, mas com acompanhamento psicológico, como confirma o autarca da Azambuja, Silvino Lúcio.
Os alunos frequentam com algum problema, com alguma consternação, com algum medo.
Sim, foram acompanhados. O Hospital de Vila Franca pôs lá dois psicólogos. Nós também metemos os nossos psicólogos lá a acompanhar as famílias, damos acompanhamento às famílias, damos acompanhamento aos meninos.
A Rádio Observador apurou também que, na altura, a autarquia reforçou as medidas de segurança na escola, juntamente com a PSP, um reforço que ainda dura até hoje para evitar novos casos de violência. Depois do crime, o aluno foi enviado para um centro educativo em Lisboa. A medida foi decretada pelo Tribunal de Família e Menores de Vila Franca de Xira. Questionámos tanto o Ministério Público como o tribunal para apurar mais informações sobre a situação atual do jovem, mas não obtivemos resposta.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em observador.pt — o conteúdo pertence a Observador.