O carro ‘voador’ de Elon Musk é para quem gosta de conduzir?
Alguém escreveu na quinta-feira, após a apresentação do novo Roadster, que este carro serve para a Tesla mostrar do que é capaz.
Provavelmente, tem razão.
E, provavelmente, estava a falar dos avanços tecnológicos deste automóvel, nomeadamente propulsores semelhantes aos dos foguetões SpaceX.
Sem um veículo realmente inovador, não estaríamos aqui a falar deste carro.
Sem a capacidade de dar espetáculo de Elon Musk também não.
Porém, o Tesla Roadster não é só um automóvel nem é só show (sendo ambos).
É alta-costura motorizada.
Conduzir o Rocket, que é o modelo mais exclusivo dentro dos modelos exclusivos do Roadster, não serve para chegarmos mais depressa a lado nenhum nem para ser transportados de forma mais cómoda.
Chega a ser inútil tal é a falta de funcionalidade.
O que traz para a conversa também não é a possibilidade de conduzir um desportivo.
Para isso há clássicos, e até novos modelos, como o Ferrari Luce, o primeiro elétrico da marca italiana, desenhado em São Francisco no estúdio de Marc Newson e Jony Ive.
A Ferrari está apostada em falar para uma nova geração de milionários, oriundos das tecnológicas, e a Tesla também.
A diferença é que, quando se fala em Silicon Valley, Elon Musk está a jogar em casa.
Não é sobre utlidade, não é sobre condução, é sobre ter uma experiência de filme de ação.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em eco.sapo.pt — o conteúdo pertence a ECO.