Custos da mão-de-obra aumentam mais de 3% na zona euro e União Europeia
Os custos horários da mão-de-obra registaram um aumento de 3,1% na zona euro e de 3,2% na União Europeia (UE) no segundo trimestre deste ano, face ao mesmo espaço temporal de 2025, conforme indicado pelos dados mais recentes do Eurostat, divulgados esta quarta-feira.
De salientar, também, que o gabinete de estatísticas europeu não disponibiliza dados sobre a comparação em cadeia para este indicador.
As principais componentes dos custos da mão-de-obra incluem os salários e ordenados, bem como os custos não salariais.
Entre abril e junho, os salários e ordenados na zona euro aumentaram 3%, enquanto os custos não salariais subiram 3,25%.
Na UE, ambos os componentes apresentaram um crescimento de 3,2%.
Por países, as subidas menos significativas nos custos horários da mão-de-obra foram observadas no Luxemburgo e na Roménia (ambos com 1,8%), seguidos pela França e Itália (+2,1%), e por Malta, que registou uma subida de 2,6%.
Em contraste, os maiores aumentos foram verificados na Bulgária (+9,9%), na Lituânia (+9,6%) e na Croácia (+8,9%).
Em Portugal, o aumento foi de 5,4%, refletindo uma pressão crescente sobre os custos laborais no país.
Custos horários da mão-de-obra sobem 4,1% na UE e 3,8% na zona euro em 2025
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