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Tribunal de Contas Europeu alerta para “desafio” de atingir prontidão de defesa em 2030

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Tribunal de Contas Europeu alerta para “desafio” de atingir prontidão de defesa em 2030

Pese embora o aumento de investimento da Europa e da subida das despesas com compra de equipamento militar, alcançar a prontidão de defesa do continente até 2030 é um “desafio”.

Há falta de coordenação entre as várias fontes de financiamento da União Europeia (UE), entre o financiamento nacional e europeu, bem como uma “ausência de processo de planeamento da UE eficaz de cima para baixo”.

Resultado? Poderá conduzir a investimentos fragmentados”, duplicações ou desajustados para responder às prioridades de defesa da região, alerta o Tribunal de Contas Europeu.

“Apesar dos planos ambiciosos da UE e do aumento das despesas, alcançar a prontidão da defesa até 2030 constitui um desafio, devido às importantes limitações que continuam a existir.

A falta de coordenação entre as várias fontes de financiamento da UE, bem como entre o financiamento da UE e o nacional, aliada à ausência de um processo de planeamento da UE eficaz e de cima para baixo, pode conduzir a investimentos fragmentados, a duplicações ou a lacunas de capacidades persistentes”, alerta o Tribunal de Contas Europeu.

“O financiamento pode, ainda assim, ser inadequado para dar resposta às prioridades de defesa acordadas; além disso, o financiamento adicional não se traduz imediatamente em capacidades operacionais, uma vez que estas exigem tempo para se desenvolverem”, refere no documento “A política de defesa da UE” conhecido esta quinta-feira.

Apesar dos planos ambiciosos da UE e do aumento das despesas, alcançar a prontidão da defesa até 2030 constitui um desafio, devido às importantes limitações que continuam a existir.

A falta de coordenação entre as várias fontes de financiamento da UE, bem como entre o financiamento da UE e o nacional, aliada à ausência de um processo de planeamento da UE eficaz e de cima para baixo, pode conduzir a investimentos fragmentados, a duplicações ou a lacunas de capacidades persistentes.

No documento — que não se trata de um relatório de auditoria aos investimentos de defesa — o Tribunal de Contas Europeu analisou as alterações e os mais recentes desenvolvimentos na política de defesa da UE, entre o período entre 2020 e julho de 2026 , dando seguimento à última análise feita pelo organismo em 2019 ao setor.

Guerra da Ucrânia e o aumento da despesa em defesa Até 2021, as despesas de defesa da UE mantiveram-se “relativamente modestas” , com uma dotação de 590 milhões de euros.

A partir dessa data, em 2022 — coincidindo com a invasão russa da Ucrânia — verificou-se “um aumento significativo”, com Bruxelas a lançar diversos instrumentos para promover uma maior cooperação transfronteiriça no domínio da defesa e a incentivar os Estados-Membros a desenvolver e a adquirir, em conjunto, capacidades e produtos na UE e em países associados.

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Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em eco.sapo.pt — o conteúdo pertence a ECO.

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