Hoje nas notícias: teleconsultas, REN e indústria automóvel
O SNS aproxima-se de um novo máximo de teleconsultas, enquanto o Governo admite separar a gestão e o planeamento da rede elétrica das infraestruturas da REN.
A crise na indústria automóvel ameaça empregos em Portugal.
Conheça estas e outras notícias em destaque na imprensa nacional desta quarta-feira.
SNS pode superar um milhão de teleconsultas em 2026 O número de teleconsultas realizadas nos centros de saúde e hospitais do Serviço Nacional de Saúde (SNS) tem vindo a aumentar desde 2024.
Em 2025, foram realizadas 939.360, das quais 693.777 nos cuidados de saúde primários e 245.583 nas unidades hospitalares.
A tendência mantém-se em 2026: até julho, foram registadas 643.664 teleconsultas, o que corresponde a uma média mensal de cerca de 92 mil e, a manter-se este ritmo, poderá levar o ano a terminar próximo de 1,1 milhões, aproximando-se do máximo de 1,2 milhões registado em 2021, durante a pandemia.
Leia a notícia completa no Diário de Notícias (acesso livre).
Governo admite separar gestão e infraestruturas da REN.
Especialistas veem vantagens O Governo admite discutir uma reforma do sistema elétrico que passe por separar a gestão e o planeamento da rede das infraestruturas de transporte atualmente concentradas na REN.
A hipótese, inspirada no modelo britânico, poderá ser debatida depois da entrada do Estado no capital da empresa, embora ainda não exista qualquer decisão.
Antigos responsáveis do setor, como Vítor Santos e Luís Mira Amaral, defendem vantagens numa eventual separação, nomeadamente ao nível da neutralidade das decisões e da salvaguarda do interesse público.
Leia a notícia completa no Jornal de Negócios (acesso pago).
Crise na indústria automóvel ameaça empregos em Portugal O presidente da Associação de Fabricantes para a Indústria Automóvel (AFIA) assume que o setor vive grandes dificuldades, que vão obrigar as empresas de componentes a adaptar-se.
A associação liderada por José Couto estima que a indústria de componentes automóveis em Portugal poderá perder entre 750 e 1.000 empregos nos próximos três anos, perante a redução da produção e os planos de reestruturação das fabricantes europeias.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em eco.sapo.pt — o conteúdo pertence a ECO.