Portugal pode ter um hotel entre os 50 melhores do mundo?
“Não temos serviços à altura”.
Duas vezes, no espaço de uma semana, esta frase chegou ao ECO Avenida.
O responsável por um hotel de alto segmento no Porto e uma gestora habituada a lidar com famílias estrangeiras que escolhem Lisboa para viver lamentavam-no.
A cruel demonstração desta frase é uma lista dos 50 melhores hotéis do mundo , conhecida esta semana, onde a língua portuguesa só se ouve com sotaque paulista ou carioca .
Sim, o Brasil consegue ter dois-hotéis-dois neste ranking , mas Portugal tem zero (e, a quem sirva de consolo, Espanha também).
Portugal fica fora da lista dos 50 melhores hotéis do mundo Ler Mais A ausência de uma lista de melhores hotéis está muito longe de ser o fim do mundo e um prémio vale o que vale, mas é na Europa que continuam a concentrar-se a maioria dos grandes destinos hoteleiros – França e Itália, nomeadamente.
É possível almejar a pertencer a este lote.
Mais: a 2.ª edição do EY Luxury Index mostra que entre a Geração Z e os Millennials há disponibilidade para despender em experiências e experiências cada vez mais exclusivas, e/ ou de grande qualidade.
Raras, de preferência.
E, provavelmente, diferentes daquelas que entusiasmaram os seus pais da Geração X e os seus avós Boomers .
Longe da “banalização” que o consultor António Paraíso identifica nos grandes grupos de luxo e que explica a dança de cadeiras (e não só) que vemos nestas empresas.
O que procuram os consumidores do segmento alto Ler Mais Só esta semana: a Armani contratou o antigo designer da Versace, o CEO do grupo Frasers é agora líder da Hugo Boss, Glenn Martens deixou a Diesel, a Prada renovou a loja de Milão para os seus melhores clientes e os novos compradores e a On ‘ roubou ‘ Kylian Mbappé à Nike.
Não, o luxo não morreu.
Só está à procura de novas formas de se exprimir.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em eco.sapo.pt — o conteúdo pertence a ECO.