A vender o local sem traduções, Filipe Bonina, da Octant Hotels, na primeira pessoa
Filipe Bonina, diretor de marketing da Octant Hotels “ Nunca comunicamos nada que não estejamos absolutamente convencidos de que é verdadeiro.
Se acharmos que a verdade que temos não é suficientemente interessante para o consumidor, significa que temos de desenvolver mais o nosso produto.” É assim que Filipe Bonina, diretor de marketing da Octant Hotels, traduz em conversa com o +M como o conceito “Local Kind of Luxury” é aplicado no marketing.
DHM lança Octant Hotels.
Vai representar 50% do negócio Este conceito esteve na base da criação da Octant em 2022 pelo grupo de gestão hoteleira Discovery Hotel Management (DHM).
A marca reuniu hotéis que já existiam e que “estavam falidos, basicamente” antes de serem recuperados .
O grupo nunca construiu um hotel de raiz para a Octant.
No entanto, faltava uma base comum para vários locais, com conceitos e arquiteturas diferentes .
Um dos focos foi o localismo.
“Queremos ser o melhor hotel para se estar e para se conhecer cada uma das regiões onde estamos.” Por trás está uma leitura do que procura quem viaja.
“ Na hospitalidade temos o dever de defender aquilo que é verdadeiro.
Vivemos numa época em que estamos rodeados de ilusões.
Em momentos de lazer sobretudo, há uma tendência muito forte para as pessoas procurarem coisas de verdade, ou seja, saberem que aquilo que lhes é proposto e oferecido realmente tem uma base e uma raiz que é absolutamente verdadeira “, defende.
“Em Portugal, temos a mania de traduzir tudo.
Os hóspedes que tentamos cativar gostam da verdade” Filipe Bonina admite que “todos os dias” são tentados a fugir do localismo , mas que a persistência tem permitido “evoluir para cada vez mais ter este posicionamento concretizado”.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em eco.sapo.pt — o conteúdo pertence a ECO.