Jorge Jesus: "É importante chamar 13 jogadores que já trabalharam comigo"
Jorge Jesus, novo selecionador nacional, abordou as novidades para os jogos da Liga das Nações com País de Gales, Dinamarca e duplo embate com a Noruega.
Face ao pouco tempo de trabalho e a importância dos jogos a breve prazo, vincou a importância de trazer jogadores conhecidos.
" Nesta convocatória, estão 13 jogadores que trabalharam comigo.
Não perguntaram ainda, mas eu digo-vos.
E isso ajuda.
Dentro desse perfil, foi importante a escolha.
A consciência que tenho é que devo acelerar o processo.
Os jogadores têm de identificar-se com o que quero e não é só o treino de campo.
Faço treino de sala e treino de campo", destacou Jorge Jesus, que, no início, não quis "abordar muito a decisão de Klopp, na Alemanha, de levar mais de 40 jogadores", embora criticando, no final da conferência, o técnico: "Não sei como vai trabalhar as duas equipas.
Nem a Alemanha tem possibilidade de ter duas seleções.
Não tem lógica nenhuma." Deu argumento semelhante na escolha dos quatro centrais.
"Só convoquei quatro, optei por dar continuidade aos quatro que estiveram no Mundial e dois já trabalharam comigo: o Tomás e o Rúben Dias", disse, embora reconhecendo que António Silva, do Bournemouth, "poderia ser um dos quatro." Jorge Jesus abordou depois as quatro novidades, Samuel Soares, Nuno Tavares, João Palhinha e Fábio Silva.
"O Samuel é um guarda-redes com 24 anos, quisemos incorporar um terceiro, mais jovem do que os outros habitualmente chamados.
O Nuno Tavares, tal como o Samuel Soares e o João Palhinha, já trabalhou comigo.
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