sexta-feira, 9 de outubro de 2026 PortaisSobre🌓
🇵🇹 PT ▾
ÚLTIMA HORA
› PRR: 15 milhões já pagos e mais de 400 mil candidaturas aprovadas› Moçambicano Anamola estranha decisão do tribunal de desbloquear contas de Mondlane› Volkswagen multada em 1,2 milhões por não divulgar previsões› IP3 cortado em Santa Comba Dão devido a despiste› Pelo menos oito pessoas hospitalizadas após turbulência em voo nos EUA› CPLP trabalha de forma discreta para normalizar situação na Guiné-Bissau› Aprovada resolução do JPP para criar programa "Parlamento sénior" na Assembleia da República› Câmara da Figueira da Foz instala outdoors a denunciar inércia da APA› UE e Cabo Verde querem reforçar parceria com projetos conjuntos nos Açores e Madeira› 14h Decisão anulada: Rui Pinto mantém proteção de testemunhas› PRR: 15 milhões já pagos e mais de 400 mil candidaturas aprovadas› Moçambicano Anamola estranha decisão do tribunal de desbloquear contas de Mondlane› Volkswagen multada em 1,2 milhões por não divulgar previsões› IP3 cortado em Santa Comba Dão devido a despiste› Pelo menos oito pessoas hospitalizadas após turbulência em voo nos EUA› CPLP trabalha de forma discreta para normalizar situação na Guiné-Bissau› Aprovada resolução do JPP para criar programa "Parlamento sénior" na Assembleia da República› Câmara da Figueira da Foz instala outdoors a denunciar inércia da APA› UE e Cabo Verde querem reforçar parceria com projetos conjuntos nos Açores e Madeira› 14h Decisão anulada: Rui Pinto mantém proteção de testemunhas
Economia

Idanha-a-Nova diz que reformulação do projeto solar Sophia é uma ilusão de cedência

RTP Notícias - Economia ·
Idanha-a-Nova diz que reformulação do projeto solar Sophia é uma ilusão de cedência

A Câmara Municipal de Idanha-a-Nova disse hoje que a reformulação do projeto da central solar Sophia é uma ilusão de cedência e reafirmou que o concelho não está à venda.

"A desistência de uma parte não torna o resto do projeto Sophia aceitável. Pelo contrário, mostra que a escala destas instalações atropela a realidade local", afirmou este município do distrito de Castelo Branco em comunicado enviado à agência Lusa.

A multinacional britânica promotora da central solar fotovoltaica Sophia reduziu a capacidade instalada do projeto em 34% na reformulação que vai submeter à autoridade de Avaliação de Impacte Ambiental (AIA) até dia 02 de outubro.

O projeto inicial da central abrangia os municípios do Fundão, Idanha-a-Nova e Penamacor, no distrito de Castelo Branco, e uma capacidade instalada de 867 MWp.

A área ocupada do projeto por módulos fotovoltaicos era de 390 hectares, 435 hectares considerando todas as infraestruturas, e um total de 1.734 hectares de área vedada.

O município explicou que esta tomada de posição surge na sequência da realização de uma sessão pública de esclarecimento que a empresa Lightsource bp vai realizar hoje no Centro Cultural Raiano.

"A Câmara Municipal de Idanha-a-Nova clarifica que esta sessão não obteve qualquer apoio do município, com exceção da cedência do espaço, e a premissa que impusemos, no sentido da livre (e sem qualquer restrição) participação e presença de toda a comunidade de Idanha-a-Nova que esteja interessada em participar".

Contudo, a autarquia realçou que a vontade dos idanhenses sobre o projeto Sophia é clara: Idanha-a-Nova é contra e não está à venda.

"Nenhuma compensação financeira nos fará divergir do desejo dos nossos munícipes. A recente reformulação do projeto Sophia não passa de uma ilusão de cedência", vincou.

O município relembrou que defende uma transição energética justa, assente no equilíbrio e no respeito pelas comunidades, "reafirmando que Idanha-a-Nova não está à venda para megaprojetos massivos".

"Propomos alternativas viáveis, como o aproveitamento de áreas já artificializadas e degradadas. Incentivamos o autoconsumo e a criação de comunidades energéticas de pequena escala, onde os benefícios ficam nas mãos dos residentes e não de multinacionais", sustentou.

Já em relação ao anunciado abandono do projeto da central solar da Beira, que também abrangia o concelho de Idanha-a-Nova, a Câmara Municipal diz que não se trata de uma benesse ou um favor, mas sim a prova inequívoca de que o projeto original "era desmedido e insustentável".

"Recuar agora seria falhar com quem confia em nós, com a herança dos nossos pais e com o futuro dos nossos filhos. Por isso, manter-nos-emos firmes na defesa do território e da nossa identidade intocável. Idanha-a-Nova tem voz".

Ler a notícia completa no RTP Notícias - Economia ›

Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em www.rtp.pt — o conteúdo pertence a RTP Notícias - Economia.

Mais de RTP Notícias - Economia

Ver tudo ›

Mais em Economia

Ver tudo ›