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Hotéis de Macau com maior ocupação de últimos seis anos

Observador ·
Hotéis de Macau com maior ocupação de últimos seis anos

Os estabelecimentos hoteleiros de Macau registaram a maior ocupação média para os primeiros sete meses do ano desde antes da pandemia de covid-19, de acordo com dados oficiais.

Além de representar um aumento de 1,2 pontos percentuais em comparação com o mesmo período de 2025, a ocupação média foi a mais elevada para os primeiros sete meses do ano desde 2019.

Os estabelecimentos hoteleiros de Macau já tinham fechado o ano passado com uma ocupação média de 89,4%, o valor mais elevado desde antes do início da pandemia.

Os hotéis e pensões do território estiveram mais cheios apesar de terem tido menos hóspedes entre janeiro e julho, 8,37 milhões, uma queda homóloga de 1,4%.

A redução sentiu-se, sobretudo, nos principais mercados de origem dos turistas — China continental e a vizinha região de Hong Kong —, enquanto o número de hóspedes internacionais subiu 12,2% para 753 mil.

No final de julho, Macau tinha 149 hotéis e pensões, um máximo histórico, disponibilizando cerca de 45.300 quartos, mais 100 do que um ano antes, referiu a DSEC.

No entanto, no espaço de um ano, os estabelecimentos hoteleiros da cidade passaram a poder albergar apenas 118 mil hóspedes em simultâneo, menos 2.100 do que em julho de 2025.

No mês passado, a Direção dos Serviços de Solos e Construção Urbana de Macau disse que estava a ser construído um novo hotel, com um total de 131 quartos, e em fase de projeto mais 11, que poderão disponibilizar 1.369 quartos.

Um fator que terá ajudado os hotéis a encher os quartos foi um corte homólogo nos preços médios até junho, de 2,7% para 1.287 patacas (137 euros), de acordo com dados da Associação de Hotéis de Macau, que reúne 48 estabelecimentos locais.

Segundo o relatório da Direção dos Serviços de Turismo, a maior redução registou-se nos hotéis de quatro estrelas, cujo preço médio caiu 5,1% para 1.011 patacas (108 euros).

Em 2025, os estabelecimentos que fazem parte da Associação de Hotéis de Macau já tinham cortado em 3,5% os preços médios.

A região recebeu nos primeiros sete meses 24,5 milhões de visitantes, mais 8% do que no mesmo período de 2025. No entanto, 61,2% dos visitantes (15 milhões) chegaram em excursões organizadas e passaram menos de um dia na cidade.

O consumo médio de cada visitante em Macau, excluindo nos casinos, caiu 7,3% em 2025, para duas mil patacas (cerca de 213 euros).

Mas na primeira metade deste ano a despesa ‘per capita’ dos turistas não relacionada com o jogo subiu 7,8% em termos anuais para 2.123 patacas (226 euros).

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Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em observador.pt — o conteúdo pertence a Observador.

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