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É o maior número de colocados da última década. Isto sem contar com o ano 2020, ano de pandemia, em que foram adotadas regras excepcionais para concluir o ensino secundário e para o uso de exames nacionais como provas de ingresso. Agora, já é possível avançar alguns pormenores das colocações deste ano, de acordo com aquilo que contam os dados divulgados pelo Ministério da Educação. E a começar pelo fato de que mais de metade dos alunos ficaram colocados na primeira opção, o que corresponde a cerca de 26.800 estudantes. Por outro lado, 19,3% dos candidatos ao ensino superior ficaram colocados na segunda opção. Ainda assim, quase 85% dos alunos ficaram numa das três primeiras que escolheram. Também já é possível avançar que as vagas nas universidades de Lisboa e do Porto já foram quase todas preenchidas, 99%, e a deixar em terceiro lugar o ISCTE, com 98,8% de ocupação, agora com menos espaço para as fases seguintes. As instituições politécnicas foram também bastante procuradas e no topo surge a Escola Superior de Hotelaria e Turismo do Estoril, com uma taxa de ocupação de 101,2%, seguida do Instituto Politécnico de Lisboa, também o do Porto, ambas agora com o novo estatuto de universidades politécnicas. Quando souberem se e onde foram colocados, os estudantes têm agora até o dia 27 de agosto para fazer a matrícula.

A jornalista Beatriz Félix, com os dados das colocações desta primeira fase do concurso nacional de acesso ao ensino superior, que acabam de ser divulgados esta noite e que pode consultar com maior detalhe no site do Observador. A segunda fase do concurso decorre de 24 de agosto a 20 de setembro e os resultados estão previstos para o dia 30 de setembro. O relatório final sobre o acidente com o elevador da Glória deverá ser publicado até ao final de março do próximo ano, e não no próximo dia 3 de setembro, aniversário da tragédia que matou 16 pessoas. É o que avança o Gabinete de Prevenção e Investigação de Acidentes com Aeronaves e de Acidentes Ferroviários. Numa nota enviada à Agência Lusa, o organismo explica que a enorme complexidade das peritagens técnicas levou ao adiamento da entrega. Isto por serem veículos únicos no mundo, com pouca documentação sobre eles. O gabinete explica ainda que a investigação vai ser realizada em conjunto com o Ministério Público para otimizar recursos. Para além disso, informa que quatro entidades especializadas foram contratadas para analisar o cabo, as fixações, os travões e o circuito elétrico, além de estarem a ser avaliados também fatores humanos, organizacionais e de manutenção. Os ensaios técnicos só devem terminar no final de novembro deste ano e é importante também relembrar que o relatório preliminar publicado em outubro do ano anterior já tinha apontado falhas na manutenção do ascensor, bem como falta de formação dos trabalhadores e ausência de supervisão por parte da empresa contratada pela Carris. Na política nacional, o Chega pediu a demissão do ministro da Administração Interna, numa iniciativa parlamentar entregue esta sexta-feira no Parlamento.

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Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em observador.pt — o conteúdo pertence a Observador.

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