Despedido recebe 100 mil euros: estava alcoolizado e admitiu-o, mas empresa não o provou
Empregado admitiu ter consumido álcool no local de trabalho e foi afastado, mas empresa não provou que bafómetro estava homologado, que a pessoa responsável pelo teste tinha recebido a formação necessária ou que o trabalhador tinha sido informado dos seus direitos.
Um chefe de obra, despedido depois de ter testado positivo num teste de alcoolemia durante o horário de trabalho, vai receber, anos mais tarde, uma indemnização superior a 100 mil euros.
A empresa para a qual o empregado trabalhava não conseguiu provar em tribunal que o aparelho utilizado estava homologado nem que o controlo cumpriu as regras previstas no
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