Li Xing: “Foi a política dos EUA que forçou China e Rússia a unirem-se”
Recorda-se do dia da morte de Mao Tsé-tung? Sim.
Foi há 50 anos.
Andava na escola secundária.
Depois houve uma espécie de funeral em toda a China.
As escolas fecharam nesse dia, mas tivemos que nos reunir e permanecer de pé, firmes, três minutos.
Quão diferente é a China de hoje da dos anos 1970, após as reformas de Deng Xiaoping? É muito difícil descrever as mudanças por palavras.
São mudanças profundas, fundamentais.
Vim muito cedo para a Europa, vivi 40 anos na Dinamarca, e há dois anos decidi voltar para trabalhar na China.
Agora vivo lá.
Não se trata só de infraestruturas, é a sociedade inteira: tecnologia, educação, segurança social, saúde, tudo.
Em todos os aspetos a China deu um verdadeiro grande salto em frente.
Desde 2010 que a China é a segunda maior economia do mundo e, em paridade de poder de compra, desde 2014, é a primeira.
Como descreve a relação com os EUA? São concorrentes, rivais, inimigos? Os Estados Unidos usam hoje o termo G2.
Os dois países percebem que a relação entre ambos é determinante.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em www.dn.pt — o conteúdo pertence a Diário de Notícias.