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FC Porto: a explicação de Villas-Boas para o aumento de custos com pessoal

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FC Porto: a explicação de Villas-Boas para o aumento de custos com pessoal

André Villas-Boas justifica o crescimento de 25 por cento de custos com pessoal com a profundidade e qualidade do plantel que o FC Porto agora tem, o que permitiu a conquista do título de campeão nacional.

O presidente do FC Porto recordou as «contratações de jogadores da Premier League, como Kiwior e Bednarek», bem como «as renovações de contrato de Diogo Costa e Pepê» para justificar o aumento significativo, com a SAD do FC Porto a ultrapassar os 100 milhões de euros nesta rubrica.

«Poderá haver inversão dos custos com pessoal à medida que operarmos no mercado. Há jogadores que estão vinculados a contratos altos e que não serão transferidos, até pela sua idade, mas há outros que têm um custo elevado e, ao serem acionadas as suas vendas, trarão para baixo os custos com pessoal», afirmou Villas-Boas na conferência de imprensa de apresentação das contas do FC Porto, esta sexta-feira, no Estádio do Dragão.

Por sua vez, José Pereira da Costa, responsável financeiro (CFO) do FC Porto, destacou o aumento 13 por cento nas receitas operacionais, com mais 17,8 M€ face ao exercício anterior – excluindo Mundial de Clubes. Neste capítulo, as receitas comerciais cresceram 19 por cento face ao exercício anterior, para um total de 65,2 milhões de euros.

Destaque ainda para as verbas adicionais, com a venda da Porto Seguro à MDS, que valeu um encaixe 9,2 milhões de euros, e para o cumprimento de objetivos no acordo com a Ithaka, pela exploração do Estádio do Dragão, que rendeu 15 M€ adicionais – além dos 65 M€ inicialmente estipulados, para um encaixe total de 80 M€.

O FC Porto apresentou, na quinta-feira, um prejuízo de 21,1 milhões de euros no relatório e contas relativo à época 2025/26, porém, estes números não afetam a prestação de contas à UEFA, conforme explicou o CFO da SAD.

«Analisando os dois últimos exercícios, registamos um resultado positivo de 12,5 milhões de euros no agregado, mesmo sem receitas da Liga dos Campeões nestas duas épocas. É assim que a UEFA avalia a sustentabilidade financeira dos clubes, através da regra aponta para três exercícios acumulados. Estamos no cumprimento dos parâmetros financeiros, beneficiando do elevado resultado líquido positivo do ano anterior [lucro de 39,5 milhões em 2024/25].»

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Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em maisfutebol.iol.pt — o conteúdo pertence a Maisfutebol.

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