segunda-feira, 12 de outubro de 2026 PortaisSobre🌓
🇵🇹 PT ▾
ÚLTIMA HORA
› Visita de primeiro-ministro timorense à Tailândia reforça cooperação bilateral› UE vai limitar importações de automóveis híbridos chineses a 350 mil por ano› Coreia do Norte lança vários mísseis balísticos para mar do Japão denunciam Seul e Tóquio› Justiça dos EUA suspende anúncios de Trump financiados com fundos públicos› Detidas 16 estrangeiras em Díli por utilizarem de visto de turista para trabalhar› Coreia do Norte lança "projétil não identificado" no mar do Japão› 4h Depois de agosto, setembro volta a ter temperatura acima do limite do acordo de Paris› Pelo menos um morto no ataque de domingo no aeroporto de Riade› SIRESP chama de volta Carlos Leitão, alvo de denúncias e suspeitas de conflitos de interesses› UE e China acordam reduzir para metade entrada de carros híbridos chineses› Visita de primeiro-ministro timorense à Tailândia reforça cooperação bilateral› UE vai limitar importações de automóveis híbridos chineses a 350 mil por ano› Coreia do Norte lança vários mísseis balísticos para mar do Japão denunciam Seul e Tóquio› Justiça dos EUA suspende anúncios de Trump financiados com fundos públicos› Detidas 16 estrangeiras em Díli por utilizarem de visto de turista para trabalhar› Coreia do Norte lança "projétil não identificado" no mar do Japão› 4h Depois de agosto, setembro volta a ter temperatura acima do limite do acordo de Paris› Pelo menos um morto no ataque de domingo no aeroporto de Riade› SIRESP chama de volta Carlos Leitão, alvo de denúncias e suspeitas de conflitos de interesses› UE e China acordam reduzir para metade entrada de carros híbridos chineses
Economia

Porto de Leixões quer exceção na VCI. Alteração de rota custa dois milhões

ECO ·
Porto de Leixões quer exceção na VCI. Alteração de rota custa dois milhões

A presidente da Comunidade Portuária de Leixões, Marcília Montenegro, defendeu nesta terça-feira a criação de um regime de exceção na Via de Cintura Interna (VCI) para os camiões com origem ou destino no Porto de Leixões, para evitar que as restrições à circulação prejudiquem a competitividade da infraestrutura.

Já Susana Pinho, representante da Comunidade Portuária da Figueira da Foz e da Altri, antecipou custos adicionais de 1,5 a dois milhões de euros por ano para a empresa devido ao desvio do tráfego para vias alternativas.

A proposta da presidente da Comunidade Portuária de Leixões surge num contexto de pressão sobre os custos logísticos, na sequência da proibição de circulação de pesados, entre as 7h e as 21h dos dias úteis, nos mais de 20 quilómetros da VCI, que liga Porto e Vila Nova de Gaia.

A medida está em vigor desde 15 de setembro e abrange os troços das autoestradas A1/IC1, A20/IC23, A28/IC1 e A44/IC23 .

Porto de Leixões cresce para o mar e afasta contentores Ler Mais As transportadoras fazem contas ao aumento dos custos – especialmente em contexto de alta dos preços dos combustíveis – e estão a adaptar as operações para minimizar o impacto económico dos desvios de tráfego para vias alternativas, como é o caso da Circular Regional Externa do Porto (CREP), oficialmente denominada de A41.

“ Esta proibição prejudica bastante o Porto de Leixões, que pode perder competitividade, porque o transporte vai ficar mais caro “, alertou Marcília Montenegro, em declarações ao ECO/Local Online, considerando que a medida do Governo não resolverá, por si só, os problemas de congestionamento daquela via.

Face aos “elevados” custos logísticos, a responsável defende que seja aplicado aos camiões com origem ou destino no Porto de Leixões o mesmo regime de exceção previsto para os pesados que efetuam cargas e descargas nos concelhos do Porto e de Vila Nova de Gaia .

Para esta exceção em vigor, as empresas transportadoras têm de requerer uma habilitação prévia de circulaçã o, na plataforma de registo de matrículas, disponibilizada pelas duas autarquias, à qual a PSP tem depois acesso.

Carros circulam na Via de Cintura Interna (VCI) junto ao Nó da Boavista, no Porto JOSÉ COELHO/LUSA JOSÉ COELHO/LUSA No segundo dia da sétima edição da Conferência Porto Maritime Week, que decorre até sexta-feira, os impactos das restrições à circulação de veículos pesados na VCI foi um dos temas em destaque.

Susana Pinho, representante da Comunidade Portuária da Figueira da Foz e da Altri, antecipa mesmo custos adicionais de 1,5 a dois milhões de euros por ano , se os camiões continuarem a desviar o trajeto para vias alternativas, como é o caso da CREP.

Estas alterações de percurso traduzem-se em mais quilómetros percorridos, maior consumo de combustível e mais emissões.

Ler a notícia completa no ECO ›

Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em eco.sapo.pt — o conteúdo pertence a ECO.

Mais de ECO

Ver tudo ›

Mais em Economia

Ver tudo ›