Macau, uma ligação profunda e transformadora (II)
Se o percurso académico ajudou a prolongar a permanência de Álvaro Rodrigues em Macau, foi a advocacia que acabou por lhe abrir definitivamente as portas da cidade.
Constituída em novembro de 1995, com a fusão dos escritórios dirigidos por Rui José da Cunha e por António Correia, a sociedade C&C Advogados começou a operar dois meses depois, altura em que integrou, na qualidade de advogado estagiário, a primeira equipa de causídicos do novo gabinete de advocacia.
“Há duas pessoas que deram nome e deram vida a esta casa: o dr.
Rui Cunha e o dr.
António Correia.
A fusão dos escritórios que lideravam ocorreu em novembro de 1995 e a C&C Advogados começou a funcionar em pleno nos primeiros dias de janeiro de 1996”, relembra.
“Nessa altura, passei a fazer parte do projeto como jovem estagiário.
Ainda cá estou hoje, 30 anos depois.
Ainda cá estou e pretendo estar até quando me for possível”, assegura.
“A C&C é, para mim, muito mais do que trabalho.
É uma vida”, remata Álvaro Rodrigues.
O templo da ordem Como jovem estagiário primeiro, e como advogado por direito próprio depois, Álvaro Rodrigues acompanhou as grandes transformações de Macau: o regresso à administração chinesa em 1999, o crescimento e a transformação da indústria do jogo e o reforço do papel de Macau como plataforma preferencial para os países de língua portuguesa.
A sociedade C&C Advogados – da qual é atualmente sócio e onde lidera a equipa de contencioso – testemunhou o seu crescimento profissional, os desafios superados e as relações de confiança construídas ao longo de décadas, num percurso que se fez de pequenos e grandes momentos, e de pequenas e grandes vitórias, mas também de experiências inesquecíveis.
“O edifício do Antigo Tribunal tem, para mim, um simbolismo muito especial.
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