domingo, 18 de outubro de 2026 PortaisSobre🌓
🇵🇹 PT ▾
ÚLTIMA HORA
› EUA "muito preocupados" com imagens de fotojornalista agredida na Cisjordânia› Cinco pessoas em estado crítico em Paris na sequência de protestos em França› Incêndio em base militar canadiana em Alberta causa mortos e feridos› Ex-ministra alerta para riscos de abusos e lamenta fim do projeto original da AIMA› Ana Catarina Mendes. Ex-ministra das migrações acusa sucessor de ceder ao Chega› Negócio da canábis procura novo rumo na Tailândia quatro anos após legalização› Incêndio em terminal petrolífero de São Petersburgo após ataque de Kiev› Banda portuguesa de Brampton celebra 50 anos e enfrenta desafio para atrair jovens› GNR participou em 13 missões nos 19 anos da força policial militarizada da Europa› Manifestantes pelo direito à habitação mantêm acampamentos em Lisboa e Porto› EUA "muito preocupados" com imagens de fotojornalista agredida na Cisjordânia› Cinco pessoas em estado crítico em Paris na sequência de protestos em França› Incêndio em base militar canadiana em Alberta causa mortos e feridos› Ex-ministra alerta para riscos de abusos e lamenta fim do projeto original da AIMA› Ana Catarina Mendes. Ex-ministra das migrações acusa sucessor de ceder ao Chega› Negócio da canábis procura novo rumo na Tailândia quatro anos após legalização› Incêndio em terminal petrolífero de São Petersburgo após ataque de Kiev› Banda portuguesa de Brampton celebra 50 anos e enfrenta desafio para atrair jovens› GNR participou em 13 missões nos 19 anos da força policial militarizada da Europa› Manifestantes pelo direito à habitação mantêm acampamentos em Lisboa e Porto
Últimas

Noruega: Sonja e Mette-Marit, as duas consortes de Haakon

Observador ·
Noruega: Sonja e Mette-Marit, as duas consortes de Haakon

Há agora duas rainhas na Noruega, mas nenhuma delas ocupa o trono. Com a morte de Harald V, a Rainha Sonja mantém o título, ocupando um papel de consorte, assim como a nora, Mette-Marit, que passa de princesa a Rainha por ser mulher do monarca. Mas, afinal, qual é o papel real das duas dentro da monarquia norueguesa?

Ao lado do Rei, a Rainha consorte tem uma função protocolar e acompanha o monarca em receções de Estado ou visitas oficiais. O papel é equiparado ao de uma “primeira-dama”, e no passado esteve mesmo ligado a uma figura feminina para estar ao lado do então chefe de Estado. Entre 1954 e 1968, o “cargo” chegou a ser exercido pela princesa Astrid, irmã de Harald V e atualmente o membro mais velho de toda a realeza europeia. O motivo foi a ausência de uma Rainha — a mãe, a princesa Marta, morreu em 1954, e o Rei na altura, o avô Haakon VII, também era viúvo.

Pela primeira vez em mais de 100 anos, a Noruega tem duas rainhas consortes. Sonja também é a primeira mulher de um monarca a sobreviver à morte do marido desde a separação do reino da Suécia, em 1905. E a morte de Harald V na passada sexta-feira abre também outro precedente: coloca pela primeira vez uma mulher na posição de princesa herdeira . Como já é maior de 18 anos, Ingrid Alexandra assumiu imediatamente o posto que é seu por direito desde 1990, quando a Constituição foi alterada e garantiu a sua prioridade na linha de sucessão.

Provavelmente serão a mãe e a filha as duas peças-chave no início do reinado de Haakon VIII, que assume o trono numa altura particularmente difícil na vida pessoal: o período de recuperação da mulher, a agora Rainha Mette-Marit , que em junho foi submetida a um transplante de pulmão.

Poucas horas depois da morte de Harald V veio a confirmação: Mette-Marit é a nova Rainha da Noruega. Um título certo, mas que continua cercado por dúvidas, especialmente numa altura em que a própria se encontra numa espécie de licença médica até ao final do ano.

A mulher de Haakon VIII, diagnosticada com uma fibrose pulmonar em 2018, foi diminuindo aos poucos as suas aparições públicas este ano. A degradação da saúde, que culminou no transplante em junho , foi inversamente proporcional ao escrutínio que sofreu devido às suas ligações com Jeffrey Epstein , que voltaram a lançar a sua popularidade ladeira abaixo. Em março, um inquérito do jornal norueguês VG revelava que 47% dos leitores não achavam que a princesa deveria ser rainha.

Mette-Marit nunca foi propriamente popular: quando conheceu Haakon já tinha um filho de quatro anos, Marius, que foi acolhido pela família real. Mas o facto de ser mãe solteira era o menor dos problemas. Os tabloides noruegueses rapidamente descobriram histórias sobre o passado da agora Rainha, envolvendo o abuso de drogas. Antes de subir ao altar, a princesa assumiu a “juventude rebelde”: “Passei dos limites e sinto muito por isso”.

Apesar das polémicas, a então princesa foi bem recebida no seio familiar pelos Reis Harald V e Sonja e manteve-se ao lado do marido representando a realeza em vários eventos oficiais.

Ler a notícia completa no Observador ›

Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em observador.pt — o conteúdo pertence a Observador.

Mais de Observador

Ver tudo ›

Mais em Últimas

Ver tudo ›