CAP e 150 associações agroflorestais exigem 140 milhões de euros para apoiar competitividade do setor
Uma delegação liderada pelo presidente da Confederação dos Agricultores de Portugal (CAP), e composta por 150 dirigentes associativos agroflorestais do país , vai concentrar-se na manhã da próxima segunda-feira, 12 de outubro, junto ao Parlamento, para exigir ao Governo "medidas de compensação ao setor no valor de 140 milhões de euros para que este tenha condições de competitividade para produzir ".
Os líderes associativos do setor agrícola e florestal vão entregar um documento ao presidente da Assembleia da República e aos grupos parlamentares do PSD, Chega, PS, IL e CDS, no qual exigem "condições de competitividade para produzir" e elencam os fundamentos que justificam esta primeira ação nacional de mobilização de dirigentes associativos agroflorestais .
De seguida, a delegação irá à residência oficial do primeiro-ministro com o mesmo propósito.
"É desta forma que, através dos seus líderes associativos, todo o país agrícola se junta para exigir, unidos e a uma só voz, condições de competitividade para produzir", dizem em comunicado a CAP e as associações do setor.
E lembram que "as associações que integram a CAP , órgão de cúpula do associativismo do setor, têm como membros associados cerca de 250 mil produtores".
Com o documento, a comitiva irá entregar "um cabaz simbólico" de alimentos produzidos em Portugal que, "a manter-se a degradação em curso das condições de competitividade, poderão vir a deixar de ser produzidos no nosso país", dizem.
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