Guardas na cadeia de Vale de Judeus prolongam greve até fim de setembro
Em declarações à Lusa, o presidente do SNCGP, Frederico Morais disse que dois anos após a fuga de cinco reclusos daquele estabelecimento prisional, entretanto recapturados, e de vários meses da greve que se iniciou em março deste ano, permanece a falta de condições de segurança.
Nomeadamente, disse, não foram colocadas redes de segurança no pátio, continuam por construir as torres de segurança reivindicadas pelos guardas prisionais e por reorganizar os horários das atividades dos reclusos, temas que continuam a aguardar resposta da direção daquela cadeia e da Direção-Geral de Reinserção e Serviços Prisionais (DGRSP).
A greve em curso desde 10 de março é total, com serviços mínimos decretados, não tendo os reclusos atividades (não estudam, nem trabalham), com horário de pátio reduzido e a terem que ficar nas respetivas celas 22 horas por dia.
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